Características físicas de uma mulher alemã

Homens defendem bauer está procurando por uma mulher ponyhof mulheres que falam o dialeto de Terminar sessão de jaumo Ilona tem todo o relógio aqui e conhece muitas pessoas do lado alemão Imagine os homens Espelho cai, melhor é para sua saúde Após a reunião, ficou claro que a coisa toda continua em uma base amigável Maior proteção contra a condenação total do resto do mundo é ... Longe de nos desesperarmos, por não entendê-lo, temos que compreender o abandono por muitas de nós do mito da “Mulher” (que é somente uma miragem que nos distrai em nosso caminho); ele se explica pela necessidade que cada ser humano tem de existir como indivíduo, e também como membro de uma classe. A alemã se lembraria, mais tarde, de que foi no escritório do pai o …exibir mais conteúdo… A notícia de sua morte veio através de um bilhete escondido na barra da saia de uma presa. Comente as principais características (físicas e psicológicas) das personagens principais. Olga era linda, alta, de cabelos escuros e olhos azuis. O povo alemão em si, é bem conhecido por serem 'fechados', porem justos e obetivos. Com o comportamento empresarial para as negociações, não foge muito desta realidade, segue abaixo, os costumes, gostos e formas de negociações que o povo alemão tem como características: Comportamento Negocial: Os alemães costumam ser formais e reservados nos primeiros encontros,… Ninguém nasce mulher (1970) Monique Wittig O enfoque feminista/materialista da opressão das mulheres acaba com a idéia de que as mulheres são um “grupo natural”: “um grupo racial de um tipo especial, um grupo concebido como natural, percebido como um grupo de homens materialmente específicos em seus corpos”. Podem apresentar variações genitais, hormonais e genéticas, como características físicas de mulher, mas os códigos genéticos de homem, por exemplo. A medida tem como objetivo garantir e proteger a identidade de gênero dessas pessoas, o que é fundamental para o reconhecimento do grupo na sociedade. Alamoa é uma criatura feminina que seduz marinheiros e pescadores desavisados nas praias de Fernando de Noronha. A história é originária do arquipélago, mas faz parte do folclore das mulheres sedutoras que perseguem os homens como as sereias e iaras. Lenda da Alamoa Diz a lenda que a Alamoa é...

O. Unilateralis

2016.06.09 04:05 ClayDatsusara O. Unilateralis

Hoje descobri que há um fungo parasita que se instala no cérebro de uma variedade de formigas e as obriga a agir como zombies. O único objectivo da vida delas passa a ser subir plantas acima até atingir um ponto específico onde o balanço entre humidade e temperatura seja perfeito para o fungo se instalar e desenvolver. Nesse momento a formiga prende as suas mandíbulas à planta para nunca mais largar e aí prepara-se para morrer enquanto é comida de dentro para fora pelo parasita. O apex desta invasão fúngica acontece quando da cabeça da formiga brota uma espécie de cogumelo que imediatamente liberta para o ar esporos. Estes esporos, por sua vez, vão cair no solo. Mas não todos. O acaso encarrega-se de fazer com que alguns esporos aterrem em cima de outras formigas, as próximas vítimas. Seria um ciclo vicioso destrutivo para a colónia de formigas se não houvesse um processo de defesa por parte destas. Quando uma formiga é infectada e visivelmente luta contra o esporo invasor, caso seja vista pelas suas companheiras saudáveis, é levada para longe da colónia para que o contágio seja minorizado.
Eu sou a formiga.
Acho que fui infectado há muito tempo atrás. Eu devia ser apenas uma criança nos braços da minha mãe, pois nem sequer me lembro do primeiro momento em que senti esta vontade irresistível de correr rumo ao desconhecido e agarrar-me com as mandíbulas a algo que não consigo identificar, mas que sei possuir essas características vitais. A formiga também não sabe que procura a humidade e temperaturas certas. Eu não sei por que é que numa noite de verão os meus olhos caem inevitavelmente sobre uma ruiva de pernas longas e cabelo sobre a face. Ela passa sozinha uma vez, duas vezes, e depois acompanha grupo de pessoas, mas os seu olhar aponta ao chão e vejo que continua numa caminha solitária muito própria.
'Sete Palmos de Terra' eu digo inconscientemente, quando ela passa da primeira vez.
'Não acho' diz a minha amiga do momento. 'Também não acho' diz a amiga da minha amiga do momento. 'Eu também não a acho parecida' diz o amigo da amiga da minha amiga do momento.
Mas quando ela passa da segunda vez, eles já conseguem ver semelhanças. Da terceira vez todos temos a certeza que ela é a versão portuense da Claire Fisher. 'De certeza que ela não é portuguesa' diz o amigo da amiga da minha amiga. Eu concordo, e acrescento que ainda assim isso não interessa. 'A loucura não conhece nacionalidades. Americana, portuguesa ou o que quer que seja, vejo nela aquela tendência auto-destrutiva que leva os homens a correrem atrás dela como cães atrás de uma cadela com o cio'.
A minha vontade é levantar-me daquele chão e perseguir a Claire e cravar-lhe as minhas mandíbulas. Sei que ela me vai levar ao sitio certo. Sei que dentro dela os meus esporos vão crescer saudavelmente e o meu estilo de vida zombie vai finalmente fazer sentido. Mas não, não me levanto nem comento o assunto em voz alta. Sou levado depois para longe dali pelos meus companheiros nocturnos, que têm também eles as suas necessidades zombies, mais fortes que as minhas neste momento.
Porém, onde quer que eu vá, vai haver sempre uma ruiva com um olhar deprimido, que necessita urgentemente da nossa companhia para esquecer o que quer que seja que a atormenta. Vai haver sempre um sorriso enganador que tenta esconder uma solidão tão infinita que nos arrepia quando pensamos na crueldade da existência. Vai haver sempre a eternidade do universo para nos relembrar que somos nada mais que poeira cósmica. Que somos uma dolorosa sucessão de eventos e que toda a nossa existência é a busca por esse instante de alívio e sensação de pertença. Mas não, os olhos da nossa Claire Fisher diziam-me que não pode haver um sentido para a vida. E quanto mais eu pensava naqueles olhos castanhos a reprimir-me por pensar que alguma coisa tem algum significado remoto, mais crescia dentro de mim esta vontade automática de me unir a ela e lhe provar, e a mim também, acima de tudo, que mesmo que não haja uma lógica final, as coisas acontecem e há forças tão grandes no universo que massas planetárias gigantescas revolvem à volta de sóis ainda mais magníficos. Se pensares assim, Claire, não é difícil conceberes esta pequena força que me atrai contra ti. Já passou tempo demais desde a explicação de Newton sobre a atração entre dois corpos. Não quero estragar o ambiente romântico, mas o certo é que 'todos os objetos no Universo atraem todos os outros objetos com uma força direcionada ao longo da linha que passa pelos centros dos dois objetos'. Parece formal demais, mas o facto é que, segundo esta lei, todo o corpo atrai todos os outros corpos, independentemente da distância. E à medida que a noite me leva para outros caminhos, eu vou sentindo que é verdade. Que mesmo com a distância eu continuo a sentir a atração.
Mas é uma atração que desvanece e fica dissimulada, quase esquecida. Porque outro dia traz outra força gravitacional mais pertinente. Desta vez pode não ser uma ruiva enigmática, somente uma morena com óculos graduados de massa preta da Ray Ban, que apesar do tom de pele excessivamente bronzeado, transmite uma ideia de inteligência que te agrada ao intelecto sedento de conversas estimulantes. Ou pode ser uma loira hiper-produzida, com cara, corpo e comportamento de bomba sexual, disponível apenas para o mais rijo e animalesco dos machos alfa, mas que, sendo capaz de descobrir casualmente e até apreciar a tua eloquência sagaz e o teu humor desconcertante, é capaz de passar noites contigo ao telefone, contando-te os seus segredos mais humanos, e chegando ao ponto de te propor que vejam o stream de um filme qualquer no wareztuga em simultâneo, cada um em sua casa, comentando as partes mais engraçadas ao ouvido um do outro como se estivessem os dois no mesmo sofá, bem juntinhos como deve ser, obrigado mais uma vez Vodafone Extravaganza.
E a vida continua nesta sucessão de vontades e atrações que vêm e vão, ao sabor dos elementos, e tu não sabes por que é que te levantas todos os dias de manhã para ires para o trabalho. Ouviste dizer que há uma vida para além desta, mas secretamente calas-te quando falam nisso, porque já a viveste quando tinhas 24 anos e passaste aquele verão a viajar numa VW com as outras formigas que perseguiam a mesma humidade e a mesma temperatura que tu, e chegaste ao fim e sentiste-te tão destituído de objectivo de vida como quando iniciaste a viagem. Libertaste-te de preconceitos e entraste nu no mesmo mar alentejano que eles, para desgosto das famílias chocadas que levavam para longe as crianças inocentes demais para ver algum mal na cena; intoxicaste-te consecutivamente até perderes a noção da passagem dos dias e a possibilidade de criares memórias duradouras desses momentos de suposta iluminação; até achaste ter ido longe demais quando participaste no esquema de roubo de gasóleo de camiões e caravanas e sentias que a polícia andava a farejar muito perto, mas achavas que era tudo em nome de um sentido da vida que apregoava o respeito, a paz, a saúde física e mental e a justiça.
A vida normal, das nove às cinco, não te parece um fardo assim tão grande, em comparação com a incerteza moral dessa existência hipócrita. Ao menos dá-te a tranquilidade e a clareza de espírito que precisas para acalmares o teu modo de vida e achares que o pacote básico 3 em 1 da MEO, internet, televisão e telefone fixo, é o ideal para o teu estilo de vida. Ignoras os apelos das tuas amigas freaks que te dizem que a TV é um sorvedouro da alma humana e um instrumento de lavagem cerebral. Não lhes dizes na cara, mas sabes que elas não precisam de ver os programas de televisão sobre a infantilidade das irmãs Kardashian porque têm casais amigos com filhos que lhes fazem visitas todas as noites. E então trabalhas como uma formiga laboriosa e incansável, para teres tudo aquilo a que tens direito, tudo aquilo que os outros têm e que lhes dá nem que seja uns míseros segundos de satisfação efémera e tu invejas como se fosse o Santo Graal que tanto tens procurado ao longo destes anos. Também queres ter a Playstation 4 e a Samsung Smart TV Série 8000 de 75 polegadas; queres passar um mês na Tailândia e visitar a ilha onde filmaram o filme The Beach, mesmo que seja um antro de ingleses sujos e desordeiros; queres definitivamente é ter dinheiro para saíres à noite e não pareceres um pé-descalço desesperado para ter uma oportunidade no mundo dos adultos e poderes acompanhar aquele grupo de erasmus até ao Plano B ou ao Tendinha porque viste lá aquela alemã que te sorriu uma vez do outro lado da Travessa da Cedofeita e tu achas que tens uma hipótese se lhe mostrares a tua destreza motora na pista de dança e a tua habilidade para conseguires ter uma conversa inteligível berrando debaixo dos mais de 100 decibéis ensurdecedores de ruído que se parecem vagamente com a Last Nite dos The Strokes.
E mesmo tendo o dinheiro para essa festa das festas, acabas por beber demasiados shots e demasiada cerveja, exibes demasiada descoordenação motora para seres sequer levado a sério, perdes a competência conversacional que parecia ser um dado adquirido e acabas a noite sozinho, a caminhar para casa, onde chegas encharcado porque estamos em fevereiro, chove há mais de um mês sem parar e não és grande adepto de guarda-chuvas. Além disso és forreta demais para apanhares um táxi.
Finalmente livras-te da roupa molhada, amontoada agora tão descuidadamente quanto possível num canto do quarto, e lutas contra as mangas do pijama, que não parecem querer ser penetradas pelos teus braços. Vais à cozinha buscar um copo de meio litro de água que sabes ser indispensável nas próximas horas e colocas-lo cuidadosamente entre um monte de livros e o teu telemóvel, tentando não molhar nenhuma das tuas estimadas possessões. Enfias-te entre os lençóis e revês o filme da tua noite e tentas perceber onde é que erraste e como seria se aquela alemã loira e espadaúda ocupasse agora o espaço imediatamente acima do teu corpo, entre ti e o peso do edredão de penas. Fechas os olhos com um sorriso nos lábios à medida que imaginas os movimentos sensuais da alemã que te monta na tua imaginação. Por muito esperançosa que seja a tua ereção, sabes que o sono e a ebriedade que te dominam agora não te permitem sequer uma masturbação balsâmica.
Acordas de forma algo abrupta com o som de mobília a bater na parede do apartamento ao lado. Se escutares atentamente, distingues os gemidos por entre o arfar rápido e ritmado de duas pessoas. As gargalhadas indecentes, primeiro de um homem e quase imediatamente de uma mulher, ecoam pelo prédio. As molas do colchão chiam indecorosamente, numa cadência certa, pequenos gritinhos queixosos de uma cama que não foi feita para ser abusada tão violentamente. E o andamento acelera subitamente até se consumar num grito menos controlado e num silêncio ominoso. Depois recomeça, e o ritual repete-se uma e outra vez, mesmo quando já parece ter passado uma hora e tu imaginas que tenham experimentado todas as 8 posições que tu achas serem minimamente exequíveis. Vais bebendo água e esperas adormecer mais cedo ou mais tarde, quando o teu cérebro se habituar e todo aquele barulho se transformar em ruído branco, indistinguível do dos autocarros barulhentos que começam a abanar a estrutura do edifício de cada vez que passam na rua lá em baixo. Mas não consegues dormir. A tua imaginação não te deixa, os sons são sugestivos demais e não é propriamente o tipo de situação que consegues convencer o teu cérebro que é normal. O acto sexual, mesmo o alheio, é sempre algo de especial, e até parece que consegues sentir o cheiro do latex. Pões-te a pé e vais à casa de banho. Quando voltas bebes mais água e ligas o computador portátil. Metes os auscultadores nos ouvidos e escolhes um álbum de Thievery Corporation para adormeceres serenamente sem distrações externas.
Deve ter resultado porque acordo e já são três da tarde. No apartamento ao lado já não há sons de camas a abanar nem agitações sugestivas de actos impúdicos. Apenas o sussurro de vozes abafado pelas paredes mestras. Portas que se batem, talvez da casa de banho, talvez da entrada do apartamento. Ouço claramente passos descendo as escadas comuns, e depois o estrondo da porta da rua a ser batida violenta e despreocupadamente. Corro para a janela e espreito. O meu vizinho do lado sai com uma ruiva. Parece-me A Ruiva. Eles param de repente e ele volta para trás, deve ter-se esquecido de algo. Ela espera-o do outro lado da rua, encostada à parede. É ela, de certeza, a minha Claire Fisher. O meu coração bate mais rápido e sinto que ainda a quero. Quero-a ainda mais. Ela sorri quando o meu vizinho regressa, mas há sempre algo de triste e desconfiado nos seus olhos, um vazio permanente que ninguém vai nunca conseguir preencher. Ainda assim não me importava de morrer tentando. Eles afastam-se rua fora. Fico à espera que se aproximem, que deem as mãos, porém nada acontece, e acho que é ela que não quer. É esse tipo de coisas que a tornam o centro gravitacional do universo, essa distância orbital que ela cria e nos faz girar eternamente à volta dela, como uma lua em torno de um planeta, ferozmente sugada pela sua força de atração mas afastada o suficiente para nunca criar o perigo de colisão fatal.
Sinto-me de novo um zombie, com uma vontade irresistível de fazer alguma coisa que não sei descrever. Saio à rua instintivamente. Procuro um sítio onde me sinta bem, procuro os meus amigos, alguém que me distraia e amenize o dano causado.
Sou a formiga.
Sinto o esporo a penetrar lentamente em mim. Não lhe resisto. Não vale a pena. Só me resta procurar a amiga momentânea, e a amiga da amiga momentânea, e o amigo da amiga da amiga momentânea, e queixar-me da Claire Fisher e do esporo que ela libertou na minha direção e me tortura agora. Só me resta esperar que eles reconheçam o meu estado débil e o perigo potencial que represento e me levem para longe, para bem longe desta colónia de formigas, bem comportadas demais para eu lhes querer tanto mal.
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