Aspas simples

Primeiro neguei Sexo e agora isso...

2020.09.15 05:08 2CondCondReddit Primeiro neguei Sexo e agora isso...

Sim, neguei mesmo desejando ficar com ela(conto com detalhes depois, se quiserem). Vou falar agora sobre um caso que é semelhante e ao mesmo tempo diferente desse.
Diferente por ser com alguém que me encanta pra além do contato físico, além do toque.
E semelhante porque o "abrir mão" vem da mesma fonte de desgosto: insegurança, medo, desânimo.
Com as aulas congeladas por causa dessa degustação de apocalipse, meu irmão me arruma um trabalho na empresa dele. O tempo passa, o trabalho é proveitoso. Como esperado, o ensino remoto é aprovado, vou precisar me ausentar em certos dias do serviço que exerço. Rapidamente uma pessoa substituta é encontrada, fico com a tarefa de treina-la.
Então eu a conheço, uma moça solteira que me chama atenção e que aparenta ser alguém que seria legal tentar dividir mais que conhecimento do trabalho.
Daí começa o meu simples problema: não quero tentar, não sei tentar e nem tenho animo pra correr e aprender a tentar.
E isso é o estopim que faz renascer lembranças de tudo que fugi por causa de insegurança. Não só oportunidades amorosas, mas também de trabalho, de estudo, de amizade, de saúde.
É só uma moça e eu só queria pelo menos tentar tentar. Mas por que eu faria isso? Por que se eu nem tenho apreço por mim. Se mesmo sabendo as áreas que preciso trabalhar para me sentir melhor, continuo fazendo pouco, as vezes quase nada.
Para aumentar a festa melancólica da minha cabeça, pessoas próximas que "têm" o que eu não "consigo" ter se tornam manequins de vitrine para que eu possa me comparar com eles e me abater um pouquinho mais(não muito).
Sei que elas são humanos normais que cagam, peidam, mijam e sentem dor igual a mim. Mas elas estão, em certo ponto, "vivendo" mais que eu.
É, muitas aspas. Fazer o que...
submitted by 2CondCondReddit to desabafos [link] [comments]


2020.08.24 17:01 aristofeles A cloroquina. E estamos em setembro já...

Cara, trabalho em informática, e gosto de pensar que como eu outros colegas estão acostumados a viver online, e ter o minimo de raciocínio lógico. Sei lá, parece simples para quem vive nesse mundo, na minha mente...
E para completar o cenário: meu chefe é bolsonaro doente. Dos que assustam.
Portanto não fui muita surpresa que quando um colega foi identificado positivo para covid semana passara meu chefe daria ao mesmo uma cloroquina de presente. Porque não né? O resultado disso, entre aspas recebi pelo whats: "eu to bem agora, tomei a cloroquina e ressuscitei"
Só quero deixar esse desabafo. Isso é o resultado de uma pessoa chave, a bosta do PRESIDENTE, recomendando o que não sabe para quem nada entende. Uma doença que em sua maioria das vezes "se cura sozinha" tem o seu fim relacionado a uma pirula nada a ver. Estamos chegando em setembro, faz meses que se sabe que essa palhaçada nada serve, mas ainda assim essa historia não acaba, nunca acabará.
submitted by aristofeles to coronabr [link] [comments]


2020.08.23 10:34 Sempsei Viver sem Sentir

Eu realmente entendo as pessoas, entendo essa necessidade constante e finita de sentir, crer e ter sentido. É por isso as pessoas acreditam em Deuses, sempre foi assim, desde os tempos das cavernas até chegar no tempo do vazio. E se você discordar que hoje - sempre foi - mas hoje, a sociedade se encontra em um limbo de vazio nunca antes visto. Só de pensar em como o mundo flui atualmente, já vemos o seu vazio. Mas, voltando ao assunto principal, o sentir e ter sentido é algo natural do humano, todos (quase), temos a necessidade de sentir e ter sentido, seja ela natural, ou induzida desde o primórdio de nossa existência. Pensar que toda a cartela de crenças é passada pelo ambiente que crescemos, seja em casa, escola ou cultura. Mas, falar disso é algo que realmente me deixa pensativo, a forma como as pessoas vivem suas vidas crendo e implorando por sentido é mais vazia do que aquele que não vê sentido em nada.
Mas, na real, eu não ligo para sentido, e nem para o vazio da existência, eu só penso em viver minha vida conforme meus princípios, conforme minha vontade, uma vida baseada na Força Ativa e vontade de potência. É por esse motivo e outros, que não costumo julgar atos, nem mesmos aqueles que as massas consideram ultrajantes e cruéis. Para mim, qualquer pessoa tem o direito de fazer aquilo que ela bem-quiser, caso for algo que a "Lei dos Humanos e sua Moral" considere ultrajante, essa pessoa terá que pagar no "Sistema Humano". E não, não estou escrevendo em aspas como forma de separar de algum sistema ou lei religioso. Na verdade, eu até questione esses "Leis, Moral e Sistema que criamos", até porque sua existência é a prova que os fracos venceram, a prova que a Força Reativa vendeu a Ativa (Filosofia de Nit só para esclarecer).
Não que eu esteja falando que a vida em sociedade teria que ser sem leis, pelo contrário, em sociedade, devemos infelizmente, conjuntamente, fazer de tudo para viver em sociedade hahaha. Mas, que isso é algo desagradável, sem dúvidas que é. Se você está com dificuldade para ver o ponto, repare em um único e simples exemplo: "Tocar musica alta em apartamento". Já sabe o que acontece, a lei e moral humana, detona toda a sua vontade de potência. Por isso não julgo atos considerados ultrajantes, apenas vivo minha vida, até porque julgar não muda nada, mas atos sim. Mas, agora eu quero falar de alguns filmes que retratam coisas específicas da sociedade, para você ver um vazio em determinadas coisas. Lista: " O Abutre, Rede de Ódio (Netflix), Taxi Driver e Clube da Luta", esqueci de alguns agora, mas dois desses já está de bom tamanho. O Abutre e Rede de Ódio eu recomendo demais para assistirem.
Vamos ao que eu realmente estava querendo dizer agora, o "Viver sem Sentir". Imagine viver uma vida inteira, sem sentir nada, sem ter sentido em nada, te faz questionar o que é viver, certo? Bom, é ai que entra um "Paradoxo", podemos dizer assim, as pessoas desde os primórdios da humanidade e seu pensar, buscaram sentido e sentir em tudo, assim que fomos forjados, então quando se renega isso, você está vivendo agora, ou deixou de viver? Vivem sem Sentir, é o que as massas não querem, viver sem amor, sem um sentido maior, mas isso é realmente real e necessário? As pessoas passaram a vida aprendendo que o "normal" é cresces, estudar, trabalhar, casar e ter uma família. Mas, por que? Por que não podemos viver somente? Por que é considerado estranho? Vazio? Para mim, todas essas alegações são frutos de uma mente alienada em princípios antigos e dogmas que criamos. Você pode fazer o que quiser, nada pode se sobressair sua vontade. Mas, claro, isso de "Viver sem Sentir" que as massas querem passar longe, é uma bolha que ninguém realmente sabe como é. Até porque quem vive nela não liga e acha as massas tolas. Mas, é algo lindo de se pensar.
Viver uma vida livre, chega até dar medo né? Mas, é por isso que as pessoas não gostam, porque ela é escassa de sentido! As pessoas gostam de sentido! Seja lá qual ele for. Mas, todos devemos admitir, vivemos uma vida e círculos de relações vazios, não conhecemos nem nós, quanto dirá os outros.
VIVA A VIDA CONFORME A SUA VONTADE, SEM DOGMAS, SEM LEIS E ATÉ SEM SENTIDO, A VIDA PARA DE PESAR E COMEÇAR A SER VIDA!
OBS: Texto está sem revisão e algumas pontuações podem estar faltando, avisar para não me julgar.
submitted by Sempsei to u/Sempsei [link] [comments]


2020.08.18 20:09 Kapa51 ROMERO BRITO, VALOR ARTÍSTICO E ICONOCLASTIA.

Eu não gosto do Romero Brito, pessoa e artista não me agradam, sua arte e personalidade estando novamente em pauta me fazem ter a vontade de bradar a máxima "nunca fui fã" e vendo o acontecimento que trouxe seu nome de volta aos círculos de discussão popular, sinto-me na obrigação como artista de ponderar sobre algumas questões que envolvem tal episódio.
Somente tendo como base minha opinião de editor audiovisual, área bem diferente das artes plásticas, digo com a convicção de um ignorante que: Romero Brito não é um "bom" artista, suas composições raramente assertivas são em horas apenas reproduções sem conceito de obras mais famosas, a mediocridade Kitsch em sua mais insossa forma; outras, apenas a aplicação da mesma falta de categoria em objetos quaisquer. Não vem nem ao caso o argumento de que seu estilo seja pobre, pois não é, o pop-art que ele bebe não é um estilo pobre, tão pouco pode ser discutido a "simplicidade" de sua técnica, pois é na mesma "simplicidade" é onde grandes artistas triunfaram. alias, não há simplicidade na arte, mas por falta de melhores termos acabo com esse.
Talvez a mais agressiva falha de suas obras seja a falta de emoção que elas trazem, são objetos que não chamam à reflexão, não pedem atenção ou paixão. Isso, para mim, é a maior critica que posso oferecer, pois a beleza das obras é algo muito mais subjetivo, para muitos são imagens divertidas por suas cores e subversão de temas, para outros como eu são saturações agressivas aos olhos, uma aleatoriedade de formas violentas que não se comunicam. Há quem goste, há quem compre e há quem super valorize tais objetos.
Mas notem uma seguinte curiosidade de meu texto quando me referi a Romero Brito, eu escrevi que ele não é um "bom" artista, e as aspas são muito importantes nesse caso por um motivo simples, a arte como arte, não pode ser qualificada, ela pode agradar ou desagradar, ambos são validos, ela pode ser bonita, feia, complexa, simples, concreta, abstrata. Eu e mais ninguém pode desrespeitar arte, dizer que ela não é "boa o suficiente", dizer que ela fere a "própria arte". Isso é um comportamento cabível a mesma prole que defende que arte deve seguir normas para "enriquecer" a sociedade; de maneira objetiva, dizer que arte deve ser destruída ou censurada por conta de seu "valor" é coisa de nazista.
Romero Brito deve ser reconhecido como artista, pois ele é; um artista medíocre? Talvez, mas um artista que tem o direito inalienável de expor sua arte e tela consumida por aqueles que a atribuem valor monetário. Destruir a arte dele porque ele é "ruim" é papo de quem não entende o que é arte.
Então? Estaria Madeleine, a dona do restaurante errada em destruir a peça dele diante de seu autor? Não.
Ai você pode pensar: "mas que paradoxal, todo esse argumento sobre o valor artístico pra defender a destruição de uma obra de arte?" ou "hipócrita do caralho", ambos os pensamentos terão seu valor, um me ofendera mais, mas espero que o que escreverei a seguir traga um melhor entendimento.
Primeiro, a obra era posse da dona do restaurante, isso dá o direito de destrui-la? Não, se eu comprasse a Mona Lisa e queimasse-a, ninguém iria me defender e nem deveriam.
Segundo, ela destruiu a obra em reação ao triste comportamento do autor em seu restaurante, isso da o direito de destrui-la? Não, eu poderia odiar Da Vinci, ninguém iria me defender e nem deveriam.
Então como podemos justificar de maneira positiva a ação daquela moça? Bom...
Ao arremessar a obra no chão e faze-lo diante do autor, Madeleine realizou talvez a maior obra de arte dos últimos tempos, ela provocou emoções que Romero apenas sonha em provocar, ela em seu ato iconoclasta declarou de maneira energética que "arte, em seu valor impossível e o artista, em seu direito pleno de faze-la são ambos infinitamente menores do que o respeito entre seres humanos".
Romero Brito não olhou para sua obra estilhaçada por mais de um simples segundo, seu olhar após perceber a destruição voltou para Madeleine e ali ficou, fixo e não reativo, naquele momento uma mensagem estava sendo entregue, sua arte, sua auto indulgencia e sua pose de grande autor definharam sob a voz daquela mulher. "Nunca desrespeite os meus funcionários" ou, em minha leitura, "tua arte e fama jamais serão mais importantes do que o respeito aos outros".
Por isso iconoclastia, por isso arte, por isso a importância do acontecimento. Que não deveria ser reproduzido nem aplaudido, mas respeitado como a mais bela obra de arte que já saiu, literalmente, das mãos de Romero Brito.
A arte não possui valor, por mais que botemos preço. A arte possui valor infinito, por mais que possamos desgosta-la. Mas, independente de sua importância, independente de que possamos considerar uma obra melhor que a outra, em momento algum e sob circunstância nenhuma a arte pode ser maior do que o ser humano, artista ou não artista.
E... Talvez... Você diga: "mas cometer uma violência contra a arte é também falta de respeito com o artista".
Sim, eu poderia concordar, mas acho que um artista que se orgulha em ter suas obras estampadas em toalhas de praias enquanto as vende por milhares de dólares não possui mais respeito por sua própria arte do que o misero segundo para vislumbrar seu fim antes de voltar sua atenção a verdadeira destruição que importava a ele... A de seu ego.
_________________
Com amor, Kapa51
submitted by Kapa51 to brasil [link] [comments]


2020.07.23 10:38 diplohora Bruno Rezende : meus estudos para o CACD Parte III – A PREPARAÇÃO INTRODUÇÃO pt 11 a 4ta fase do CACD e recursos

QUARTA FASE
Em 2011, as duas provas da quarta fase foram aplicadas simultaneamente: questões de 1 a 10 de Espanhol (com dois textos para interpretação) e questões de 11 a 20 de Francês (também com dois textos para interpretação, o que difere da tendência de apenas um texto dos concursos anteriores). Para cada matéria, são cinco questões sobre cada texto, cada questão com valor máximo de 5 pontos. Não há previsão em edital com relação à divisão das pontuações dessas provas, mas, no concurso de 2011, a pontuação foi assim dividida:
- Espanhol: foram quatro critérios de correção com valor de 1,25 pontos cada: CG (Correção Gramatical), CT (Compreensão Textual), OI (Organização de Ideias) e CL (Qualidade da Linguagem).
- Francês: foram três critérios de correção: R (Resposta – adequação do conteúdo da resposta à pergunta, no caso de pergunta interpretativa, ou pertinência da argumentação apresentada nas questões de opinião), G (Gramática – ortografia, verbos, concordância, regência, acento etc.) e S (Estilo – qualidade da redação e da estrutura das frases da resposta do candidato). R vale, em geral, 2 pontos (nas questões interpretativas) e 1 ponto (nas questões de opinião). G vale, sempre, 2 pontos (penalização: -0,25 pontos para erro grave, -0,1 pontos para acento errado ou faltando e -0,5 pontos para palavra inventada). S vale, em geral, 1 ponto (nas questões interpretativas) e 2 pontos (nas questões de opinião). Na prova de 2011, a terceira e a oitava perguntas não tiveram nota S, apenas R (3 pontos) e G (2 pontos), sem motivo explícito para isso.
Muitos preferem escrever apenas as três linhas (que são o mínimo exigido), para evitar o risco de errar. Acho que os pontos que você pode perder por erros em uma linha não compensam os que você pode deixar de ganhar em uma resposta mais completa. No mais, acho que a única recomendação (bem óbvia) é evitar, ao máximo, repetir as palavras do texto. Paráfrase é, sempre, a melhor opção (às vezes, o próprio texto apresenta, em outras partes, sinônimos para uma palavra ou expressão). Cópias do texto podem ser penalizadas.
INTERPOSIÇÃO DE RECURSOS
Assim que é liberado o gabarito provisório da primeira fase, os candidatos têm cerca de 48h para a interposição de recursos ao gabarito. Os recursos devem ser apresentados de maneira sucinta e objetiva, em até mil caracteres para cada recurso, sem possibilidade de uso de aspas para citações (informações de 2011). Não tenho outra recomendação específica sobre esses recursos, apenas uma informação acerca de uma dúvida comum: os recursos da prova de Inglês (assim como os recursos à correção das provas de Inglês da terceira fase e de Espanhol e de Francês da quarta fase) devem ser escritos em Português.
A correção da segunda fase é dividida, como visto acima, em Gramática e Texto. Como eu havia sido aprovado com boa nota na segunda fase, os professores de Redação aconselharam-me a nem entrar com recurso à nota de texto, ainda que certa nota da parte de texto da redação estivesse, segundo a professora do cursinho, um pouco incoerente em face das notas nos demais quesitos. De todo modo, acabei arrependendo-me um pouco de não haver pleiteado recurso quando vi que um conhecido que também havia ficado muito bem colocado conseguiu mais de um ponto de texto. Faça o que eu digo, não o que faço, e entre com recurso contra tudo o que você achar possível (isso vale para todas as fases do concurso, na verdade). No concurso de 2011, a maior concessão de pontos por recurso à correção da prova de Redação foi de quase cinco pontos, a maior que já vi, o que pode fazer enorme diferença na pontuação final para a aprovação (muitos candidatos não passam por poucos pontos ou décimos). De maneira geral, acho que a média dos candidatos que conseguem alguma coisa é de cerca de 1 a 2 pontos adicionais. Dado o princípio jurídico da proibição da “reformatio in pejus”, o examinador n~o poder reduzir sua nota, se você entrar com recurso; poderá apenas mantê-la ou aumentá-la.
O grande problema para a interposição de recursos na terceira fase é que, à exceção da prova de Inglês, não há nenhuma marcação ou comentário em seu espelho de provas, apenas a nota. Assim, para fazer o recurso, você deve argumentar que a nota obtida não está consistente com a argumentação apresentada, não vejo outro jeito. Acho que, se eles dificultaram nossa vida com isso, temos o direito e o dever de dificultar a vida deles também, solicitando revisão da correção de praticamente todas as questões da terceira fase, de todas as matérias. É óbvio que muitos recursos lhe serão negados, mas só consegue quem tenta. Como você não perde nada por tentar, recomendo que tente tudo o que puder. Fiz recurso para quase todas as questões em que tirei menos de 80% (nas demais, acho que seria pouco provável que me dessem mesmo, então nem tentei). No fim das contas, de 15 recursos, acataram 3, e ganhei 7 pontos a mais (mas um ponto não foi computado por erro do Cespe; como não me fez falta, não tomei maiores providências a respeito). Na terceira fase de 2011, cerca de metade dos candidatos conseguiu aumentar sua pontuação com os recursos. Mais da metade dos que tiveram algum sucesso no pleito ganhou 3 ou menos pontos, e a média de concessão foi de 3,8 pontos. O candidato que ganhou mais aumentou em 13,5 pontos sua nota. Com isso, pode-se ter uma ideia aproximada do que pode mudar com os recursos.
A seguir, algumas indicações e recomendações para os recursos na terceira fase.
Além de não haver nenhuma marcação ou comentário nas provas (exceto na de Inglês), o espaço disponível para recurso é de apenas mil caracteres por questão. O recurso deve, portanto, ser escrito de maneira objetiva e clara. Não adianta nada usar expressões prolixas e vocabulário rebuscado, seja simples e direto. Acho que n~o é um tom muito agradvel dizer algo como “a resposta apresentada cobre, integralmente, todos os pontos abordados pela quest~o” ou coisa parecida. Não tenho experiência com isso, afinal não sou professor e só precisei fazer esses recursos uma vez na vida, mas acho que, se o examinador tirou alguns pontos de sua resposta, é muito pouco provável que ele vá te dar todos os pontos de volta (exceto em questões mais pontuais, como erros de Inglês que são corrigidos ou eventuais contas de Economia corrigidas de maneira errada). Uma vez que você aceita o fato de que é quase impossível que o examinador te restitua todos os pontos que descontou de você, fica mais fcil n~o ser t~o “agressivo”. Acho que um tom bom pode ser algo do tipo: “o candidato reconhece que n~o abordou, integralmente, todos os pontos suscitados pela questão, mas solicita revis~o, por acreditar que a apenaç~o foi excessiva”. Depois disso, é necessário argumentar o motivo pelo qual sua resposta mereceria mais pontos.
Como já disse acima, você tem até mil caracteres para o recurso de cada questão. Nas questões de Inglês, por exemplo, tome cuidado, pois, se você quiser contestar a correção de vários erros de uma mesma questão (da redação, por exemplo), deverá fazê-lo tudo junto, nos mil caracteres. Economizar palavras é, portanto, essencial.
A argumentação deve levantar os principais aspectos tratados em sua resposta que dão conta da proposição sugerida pelo enunciado. Se você não cumpriu parte do que o enunciado pedia, errou conceitos, fatos e dados ou não abordou integralmente algum aspecto, acho desnecessário dizer que não é recomendável citar isso na resposta. Cite apenas os aspectos positivos, aquilo que você apresentou e que responde, satisfatoriamente, ao tópico central da questão. Se o examinador quiser ter o trabalho de ler sua questão de novo, para identificar o que ficou faltando, o trabalho será dele, mas não dê munições para que ele possa, sumariamente, recusar seu recurso.
A argumentaç~o deve ser, preferencialmente, do tipo: “foram abordados os seguintes pontos da resposta: xxxx (linhas 3-5), yyyy (linhas 8-10) e zzzz (linhas 15-25). Além disso, o candidato ainda apresentou discussão acerca da temática kkkk (linhas 30-37), relacionando-a aos pontos anteriormente descritos (linhas 40-50)”. É óbvio que essa n~o é uma fórmula mgica, deve ser adaptada a cada circunstância particular, mas acho importante demonstrar quais são seus argumentos fortes e onde eles estão no texto, para o caso de o examinador querer ler sua resposta novamente. Para ganhar espaço, ao invés de escrever “(linhas 3-5)”, prefira “(l. 3-5)”. Só parafrasear a resposta também não é suficiente. É necessário tentar, na medida do possível, argumentar um pouco sobre os motivos pelos quais aquela resposta deveria ter maior pontuação. A seguir, transcrevo o recurso de minha questão de Geografia que teve a nota majorada em cinco pontos. A questão tratava da navegação de cabotagem no Brasil, e, em minha resposta, fiz algumas referências a hidrovias. Segundo o professor do cursinho de terceira fase, muita gente foi penalizada (até mesmo com a nota zero), por tratar apenas de hidrovias. Como, em meu caso, eu havia tratado não só das hidrovias, mas também da navegação de cabotagem propriamente dita, procurei ressaltar, no recurso, que a menção às hidrovias não está fora de contexto:
Estou ciente de que nem todos os aspectos importantes do tema foram discutidos na resposta, mas, como há diversos elementos de conteúdo relativos à temática, como indicado a seguir, solicito revisão da pontuação atribuída. As hidrovias podem ser consideradas cabotagem quando conectadas a portos marítimos, o que valida a análise apresentada. Entre os aspectos favoráveis à cabotagem no Brasil, destacam-se tópicos como a eficiência energética, menores preços (linhas 38-44) e a alternativa do transporte aquaviário em face das rugosidades dos meios rodoviários, historicamente priorizados no país (linhas 20-29). Por outro lado, como desafios, há a histórica opção rodoviária (linhas 20-29 e 45-47) e a escassez de investimentos de grande porte na infraestrutura portuária (47-49). Nos últimos anos, investimentos no setor têm contribuído para parcial superação de tais dificuldades, ainda que diversos obstáculos ainda persistam à plena expansão do modal aquaviário no país (49-54).
A banca terá de ler dezenas e dezenas de recursos, o que faz necessário tornar o trabalho do examinador mais fácil e menos desagradável. Não se esqueça, portanto, de indicar as linhas em que as respostas indicadas por você podem ser encontradas (não adianta tentar inferir algo e dizer que “est implícito” também; lembre-se de que a banca pode recusar seu recurso sumariamente, sem explicações muito convincentes, então evite motivos para irritar o examinador). Além disso, não acho aconselhável indicar quantos pontos você acha que devem ser majorados ou quantos pontos você precisa para a aprovação, para tentar convencer a banca emocionalmente. Se tem uma coisa que a banca não tem é coração, e esse tipo de informação pode implicar recusa imediata do recurso, com o argumento de que houve identificação do candidato.
Ao fim da resposta, caso ainda haja espaço, você pode indicar algo do tipo: “Por acreditar, portanto, que os pontos acima apresentados foram corretamente discutidos na resposta, solicito, respeitosamente, majoraç~o da nota” ou algo do tipo. Além disso, se você houver tirado menos da metade da pontuação da questão, pode, ainda, alegar que solicita a alteração para maior da pontuação, já que as principais temáticas suscitadas pela questão foram apresentadas, o que não justificaria o fato de a nota atribuída ser menor do que a metade da pontuação máxima da questão. Obviamente, mais uma vez, seja, sempre, cordial.
Quanto ao fato de o recurso ser feito em primeira ou em terceira pessoa, não há diferença, use o que achar melhor (pode, também, alternar). Com relação a alternar o tipo de recurso, vale, também, lembrar que não é recomendável usar a mesma introdução em todos os recursos de uma mesma matéria. Às vezes, o mesmo corretor faz a correção de mais de uma questão de uma disciplina, razão pela qual dois recursos com início idêntico, por exemplo, podem irritar o examinador e implicar recusa dos recursos. Não acho que seja obrigatório citar bibliografia no recurso, a menos que seja para pontos mais específicos. Fazer muitas referências bibliográficas pode parecer que você está tentando ensinar o examinador, o que pode não soar muito bem (embora isso pareça, muitas vezes, bastante necessário).
Os recursos são interpostos por meio de uma plataforma online disponibilizada na página do concurso, no site do Cespe. Você não precisa fazer os recursos todos de uma vez. Pode fazer um, salvá-lo e voltar depois, que os recursos já feitos estarão disponíveis (você poderá, inclusive, editá- los posteriormente, dentro do prazo de elaboração de recursos). Com a divulgação do resultado final da terceira fase, o Cespe também libera as respostas dos examinadores aos recursos pleiteados. Leia todas com atenção para o seguinte: confira, de acordo com as questões em que o examinador disse que iria deferir seu pedido, se sua nota naquela matéria foi, de fato, majorada. Nas respostas a meus recursos de Inglês, os examinadores indicaram que iriam me restituir 2 pontos, mas reparei que minha nota total na prova havia subido apenas 1. Entrei em contato com o Cespe, e fui instruído a solicitar recontagem de pontos pelo SAC, via email (apenas enviei o email solicitando a recontagem, constando, em anexo, cópia do CPF e da identidade). Depois de três dias, responderam que não havia nenhum problema de contagem de pontos, e tornei a entrar em contato, reclamando da contagem errada. No fim das contas, o ponto que me faltou não fez diferença para o resultado final, mas fiquem cientes de que, se isso acontecer com vocês, é recomendável entrar com recurso judicial.
Para a quarta fase, é mais tranquilo fazer os recursos, pois há, teoricamente, indicação clara dos erros e das notas parciais em cada quesito. Caso haja alguma discordância, você pode recorrer facilmente. O problema, na prova de 2011, é que as marcações da maioria das questões de Espanhol estavam ilegíveis. Por isso, não havia como fazer recursos pontuais. O recomendado foi que fizéssemos recursos mais gerais, solicitando revisão das correções atribuídas e recontagem dos pontos. Apesar disso, salvo engano, acho que não houve nenhuma modificação nas pontuações dos candidatos aprovados (os mesmos 26 primeiros colocados após o resultado provisório da quarta fase continuaram em suas posições e foram aprovados).
submitted by diplohora to brasilCACD [link] [comments]


2020.07.23 10:33 diplohora Bruno Rezende : meus estudos para o CACD Parte III – A PREPARAÇÃO INTRODUÇÃO pt 9 a 2nda fase do CACD

Bruno Rezende : meus estudos para o CACD Parte III – A PREPARAÇÃO INTRODUÇÃO pt 9 a 2nda fase do CACD
A prova da segunda fase é, normalmente, composta por um exercício de redação e por dois exercícios menores (que podem ser de interpretação, de análise ou de comentário). Em 2011, houve mudança no critério de avaliação: anteriormente, havia limites máximos e mínimos de palavras em cada exercício; no CACD 2011, os limites passaram a ser por número de linhas (80 a 120 linhas para o exercício de redação, 15 a 25 linhas para cada um dos exercícios menores). Os temas são variados (vide provas anteriores), mas, frequentemente, estão relacionados ao Brasil, à nacionalidade, à valorização da cultura brasileira etc.
A banca corretora é conhecida por ser bastante rigorosa na parte formal, mas não acho que haja nenhum mistério para o sucesso na segunda fase, e todo mundo sabe disso: treino e “doutrinaç~o”. Por “doutrinaç~o” quero dizer aceitaç~o e submiss~o {s regras cobradas pela banca. Se a banca penaliza diversas coisas que são do conhecimento de todos os que fazem cursinhos preparatórios, não há motivo são para insistir em contradizê-la, só porque um minidicionário que você usava no pré-primário apresenta certa palavra como sinônimo de outra ou porque existe uma Gramática do Português arcaico que admite o emprego de determinada preposição em certo contexto etc. É por isso que considero fundamental o cursinho preparatório para a segunda fase. Em regra, os professores conhecem as exigências da banca e forçam os alunos a escrever periodicamente, para treinar e para aprender com os erros. Não acho que adiante muito fazer as redações sozinho, se não houver alguém acostumado com a prova da segunda fase que irá corrigi-las (veja recomendações de professores na seção anterior).
Além disso, acho que já passou a fase de tentar ler os clássicos da Literatura em língua portuguesa, para “internalizar” a escrita erudita. A segunda fase n~o requer pedantismo, palavras e construções difíceis e elaboradas, citação de dezenas de filósofos e de pensadores nacionais ou estrangeiros, nada disso. Trata-se de uma prova que exige redações simples e de fácil entendimento, mas que sejam capazes de transmitir conteúdo coerente e argumentação consistente, com bom uso da norma culta da língua portuguesa (mais uma vez, “norma culta” n~o é sinônimo de pedantismo ou de prolixidade, apenas de correção e de propriedade gramatical e vocabular). Não use linguagem metafórica, ambígua ou literária. Mesmo que Machado de Assis use determinada palavra com um sentido específico, não interessa: o Machado tem “licença poética”, e a segunda fase não exige a produção de textos literários. A intenção da banca é tentar examinar sua capacidade de expressar-
-se de maneira objetiva e clara. Seu dom poético deve ser deixado para depois do concurso. Como disse, certa vez, uma professora de redação de um cursinho para o CACD, depois de aprovado, você pode escrever como quiser, até dadaísta você pode ser (isso pode não ser muito recomendado nas disciplinas do PROFA-I, mas isso é assunto para outra conversa). Para passar na segunda fase, entretanto, é necessário seguir as diretrizes da banca examinadora, sem contestar.
Algumas recomendações rápidas de escrita: nomes de obras devem ser sublinhados; nomes de filmes, artigos, capítulos e poemas devem vir entre aspas (sobre o nome das obras, tanto faz escrever todas com letra maiúscula, exceto preposições e artigos no meio do título, ou apenas a primeira letra maiúscula). Evite personificações do tipo “o Brasil ‘possui’ política externa soberana”. O Brasil n~o “possui” nada. Uma construç~o mais adequada seria, talvez, “a política externa brasileira é caracterizada pelo respeito { soberania”. Evite, ao mximo, o uso de gerúndio. Cuidado com a pontuação: para as situações em que a gramática defende ser facultativa a vírgula, considere seu uso obrigatório (como antes de orações subordinadas reduzidas de infinitivo). Cuidado, também, com os advérbios de pequeno corpo deslocados da ordem direta, que também devem vir entre vírgulas. Como regra geral, prefira a ordem direta sempre. Muitas subordinações não significam tornar o texto mais erudito, apenas dificultam a leitura. Além disso, jamais comece frases com conectores (sejam adversativos, sejam conclusivos, sejam aditivos etc.): exclua “todavia”, “portanto”, “contudo”, “entretanto”, “mas” etc. do início das frases, especialmente. Há muito mais coisa que isso, mas já são algumas diretrizes iniciais às quais você deve estar atento.
As pontuações dos exercícios da segunda fase são divididas da seguinte maneira: 60 pontos para o exercício de redação e 20 pontos para cada um dos exercícios menores. Cada um desses três exercícios é dividido em uma parte de Texto e em uma parte de Gramática (metade da pontuação para cada uma dessas partes). A parte de Texto é bastante subjetiva, avaliando-se os aspectos macroestruturais do texto, com os quesitos apresentação e desenvolvimento do tema (veja a tabela a seguir, que contém a distribuição de pontos da parte de Texto do concurso de 2011).
https://preview.redd.it/5w4pqhsuikc51.png?width=632&format=png&auto=webp&s=35f92b81a6a243169cb56fe9356eded60eea5f78
Há penalização de 1,00 pontos para cada linha que faltar para o mínimo estabelecido. A parte de Gramática avalia aspectos microestruturais do texto, com penalização de 1,00 pontos por erro. Os erros penalizados são oito: concordância nominal ou verbal, construção de período/colocação de termos, emprego de conectores, emprego de modos e tempos verbais, grafia/acentuação, pontuação, propriedade vocabular, regência nominal ou verbal. Considero muito mais fácil não perder pontos em Gramática que em Texto. Como uma professora do cursinho gostava de dizer, “só a Gramtica salva”. De fato, as notas de texto costumam ser inferiores às de Gramática e são muito menos previsíveis. As penalizações de Gramática são pontuais, e basta treino, para identificar erros mais comuns e para tentar corrigi-los. De modo geral, os erros mais comuns, segundo professores de cursinho, são: pontuação, propriedade vocabular e regência.
Não acredito que haja uma estrutura bsica ou uma “fórmula mgica” para os exercícios da segunda fase, mas vou contar como eu fiz, e cada um aproveita (ou não) o que achar que pode ser aproveitado.
São cinco horas de prova de segunda fase, e eu dividi-as da seguinte forma: uma hora, para fazer o rascunho e para passar a limpo cada um dos exercícios menores, e três horas, para fazer o rascunho e para passar a limpo a redação. Vale dizer que muita gente não consegue fazer rascunho de tudo e passar a limpo. Por isso, além de treinar bastante antes da prova, é necessário estar, sempre, de olho no tempo (adotando outra estratégia caso descubra que o tempo poderá não ser suficiente, como não fazer rascunho). Preferi começar pelos exercícios menores. Como a redação é mais desgastante e demanda mais tempo e raciocínio, achei melhor deixá-la para o final. Quanto estiver treinando para a prova, experimente variar a ordem dos exercícios e veja como você prefere.
Os exercícios menores da prova de 2011 foram um pouco diferentes dos de anos anteriores. Como não havia bibliografia obrigatória para a prova da segunda fase (anteriormente, sugeria-se a leitura de vários clássicos da Literatura brasileira, e os exercícios eram, em sua maioria, de interpretação de trechos dessas obras), os exercícios menores não foram de interpretação, mas de análise e de comentário. Meus espelhos de prova est~o disponíveis no “REL UnB”, caso alguém tenha interesse em olhar. Como os exercícios menores tratavam de temas abrangentes (que poderiam, inclusive, render uma redação inteira), não vi como desenvolvê-los em um número reduzido de linhas. Por isso, usei todas as 25 linhas disponíveis em cada um (mesmo assim, espremendo um pouco a letra, para caber tudo o que eu queria falar). Tive notas relativamente altas na parte de texto dos exercícios menores (proporcionalmente, mais altas que a nota de texto na redação), mas meus comentários foram bastante simples, não há nada de extraordinário, de erudição excessiva ou outra coisa do tipo. Tirando a sugestão de construir esses exercícios menores em dois parágrafos (sem grande diferença entre eles quanto o número de linhas), acho que não há mais nada que eu possa dizer de minha experiência pessoal referente a eles. Não desenvolvi uma técnica própria para esses exercícios como fiz para a redação (como discutirei a seguir).
Acho que o fundamental é desenvolver bem a temática proposta no exercício, apresentando argumentos claros e bem fundamentados. Muitos talvez achem que, como esses exercícios são menores, basta dar uma “enrolada” no tema e dividir em dois parágrafos que está tudo bem. Pelo que pude ver, muitos candidatos tiveram baixas notas na parte de texto desses exercícios menores, provavelmente, por não desenvolver seus argumentos adequadamente. Se você não quiser arriscar escrevendo bastante, já que corre o risco de perder mais pontos de Gramática quanto mais linhas escrever, sugiro apenas que não escreva somente 15 ou 16 linhas, pois pode passar a impressão de que você não tinha mais argumentos bons a apresentar (ainda que seja verdade, acho que não é legal deixar isso escancarado). Se precisar, aumente um pouco a letra, isso não é problema na segunda fase (é obvio que é necessário ter prudência; algo como cinco palavras por linha já é demais). No mais, atenção ao comando. Se não houver menção expressa à necessidade de interpretação do excerto motivador, referir-se a ele não é obrigatório, ainda que não seja proibido.
Como eu disse anteriormente, este documento não é um compilado de sugestões, mas um relato de minhas experiências com o CACD e de algumas coisas que segui em minha preparação. Reitero a solicitação para que cada um aproveite o que achar que pode ser útil (se algo, de fato, puder ser útil) e adapte a suas situações particulares de estudos. Na redação, fiz seis parágrafos: uma introdução, quatro parágrafos (com um argumento principal em cada) e uma conclusão, cada parágrafo com cerca de 15 linhas (total: aproximadamente 90 linhas). No cursinho, os professores sugeriam que evitássemos fazer parágrafos com mais de 3 linhas de diferença para os demais. Obviamente, isso não é uma regra obrigatória, mas acho que é uma questão de boa apresentação do texto também.
Vou repetir, para ficar com a consciência tranquila: isto é um relato, não é uma recomendação. Se alguém tentar fazer da mesma maneira que eu fiz e der errado, não me responsabilizo por isso. Se quiser tentar, sugiro que faça uma experiência nos treinamentos do cursinho e veja o que acha. Não sei se eu fazia certo, se isso pode ser recomendável, ou se é o maior erro da face da terra (minha nota mediana na parte de texto da redação pode significar que há métodos mais recomendáveis e eficientes) e os professores de redação vão querer me enforcar (acho que sim), se lerem isso, mas eu planejei minha redação da seguinte maneira:
- Lendo o tema, pensei em uma tese central suficientemente abrangente, mas que possibilitasse o uso de argumentos coerentes que a sustentassem. Depois de pensar um pouco, escrevi, em uma frase, aquela tese. Essa frase é a mais importante do texto, então acho válido cuidar para que seja clara e bem escrita, sem ser excessivamente longa e sem conter muitas subordinações. Pronto, essa seria a última frase de meu primeiro parágrafo.
- Depois de haver escrito a tese, eu passei à seleção de quatro argumentos, que ocupariam um parágrafo cada um. Primeiramente, pensei em temas genéricos que possibilitassem bons exemplos que sustentassem a tese. Assim, fiz quatro frases, uma para cada parágrafo, que resumissem a ideia a ser desenvolvida naquele parágrafo, relacionando-a à tese central. Pronto, já tinha as frases finais dos meus quatro parágrafos do desenvolvimento.
- Depois dessa preparação inicial, escrevi o texto. A introdução deve ser mais genérica, então fiz frases mais gerais que conduzissem, lentamente, à tese central da redação, que estaria na última frase da introdução. Como eu já havia escrito a frase final do parágrafo na fase de preparação, eu não precisava repeti-la no rascunho (como o tempo é muito reduzido, qualquer minuto poupado dessa maneira pode ser valioso no final; vale dizer que nem todos conseguem fazer rascunho e passar a limpo depois, daí a necessidade de treinar bastante antes da prova, para saber administrar bem o tempo). Só cuidava para que a frase inicial de um parágrafo não fosse inteiramente divergente do final do pargrafo anterior, tentando estabelecer uma “ligaç~o” entre os dois argumentos.
- Para ganhar tempo, eu não fiz o rascunho da conclusão antes de passar a limpo o restante da redação (nem no cursinho, nem no dia da prova), pois sempre achei a conclusão uma parte bem chata de fazer, então me tomava um pouco mais de tempo. Um erro comum é achar que a conclusão é um resumo dos argumentos ou da tese. Ela é mais que isso, é como uma consequência lógica da argumentação desenvolvida na redação. Acho meio difícil expressar isso, mas é como se você quisesse, com a conclus~o, dizer: “todos esses argumentos que eu usei s~o muito bons e sustentam muito bem a tese que eu apresentei no primeiro parágrafo por causa disso, disso e disso” (vale dizer: jamais sugira uma tese e termine com uma conclusão diferente, defendendo que aquela tese está errada; isso não é surpreender o leitor, isso passa a ideia de que não se planejou adequadamente o texto antes de começar a escrever).
- Terminado o rascunho do último parágrafo de argumentação (5º parágrafo do texto), eu comecei a passar a redação inteira a limpo (vale dizer que é necessário ter muita atenção nesse meu “esquema”, j que as últimas frases de cada parágrafo não estão no rascunho, mas na página do rascunho em que fiz o planejamento inicial do texto). Depois de passar todos os cinco parágrafos a limpo, aí, sim, eu fiz a conclusão no rascunho e passei-a a limpo na folha de textos definitivos. Mais uma vez, vale lembrar que nem todo mundo consegue fazer rascunho de tudo. Nesse sentido, o treinamento prévio, no cursinho, pode ajudá-lo a controlar o tempo. Sempre mudei muita coisa em meus textos de redação, então eu precisava de rascunho, mas nunca tive problemas com o tempo. Isso varia muito, se você gastar mais ou menos tempo no planejamento do que vai escrever.
submitted by diplohora to brasilCACD [link] [comments]


2020.07.19 01:54 sramos04 [OC] Who is statistically the best big-game scorer of the 2010s decade?

All data is below if you want to skip my logic. Tl;dr - I created a simple metric to measure the strength of each opponent. Goals of major players in the 2010s decade is displayed along with the metrics. Higher PPG = player scores against more difficult opposition.
I set out this task by trying to figure out if it's possible to numerically distinguish big-game goalscorers. I'll detail my entire approach and show you guys the results below.
Let's take an example to make this easier: Sergio Aguero's league season in 2018-19, when he scored 21 league goals.
I figured that the best way to determine "big-games" would be the points total of the opposition. It's quite intuitive: a game vs. Liverpool in 2019 is much more important than a game vs. Huddersfield, just off the sheer points total of Liverpool vs. Huddersfield. But a mere points total would make it difficult to compare the Bundesliga (34 games) with the other Top 5 leagues (38 games), so I decided to make the Points Ratio instead.
Points Ratio = Total Points Accumulated / Total Possible Points
(e.g. Liverpool in 2018-19 accumulated 97 points. Their Points Ratio would be 97/114 = 0.851. In the same season, Huddersfield accumulated 16 points, which makes their points ratio 0.140. The Bundesliga is likewise adjusted for their maximum point total of 102)
Once I have the Points Ratio for each team in the 2018-19 EPL campaign, I can attribute each of Aguero's goals a value. The value of each goal Aguero scored will be equal to the Points Ratio of his opponent. His goal against Liverpool earned him 0.851 points, and his three goals against Huddersfield earned him 3 x 0.140 = 0.421 points. As you can see, the solitary goal against a potent Liverpool team is worth almost double the amount of a hat-trick of goals against an abysmal Huddersfield side. This method of giving a value to each goal based on the strength of the opposition benefits players who score frequently in big games, and punishes players who rack up goals against horrendous teams.
You might be interested in the total points Aguero has mustered in the 2019 campaign (8.98), but in reality, this value is irrelevant compared to the Points per Game metric (PPG). For simplicity's sake, I calculated this value as (100 x Points) / Goals, so the final answer is not a decimal. By using the PPG, we can compare Aguero's 2019 season with other seasons of other players.
In 2019, Aguero's league campaign garnered him a PPG of 42.77 from 21 goals.
In 2018, Aguero scored the exact same number of goals, but earned a PPG of 39.64
As you can see, we can immediately compare Aguero's 2018 and 2019 league seasons and state that, by the values we have established, his 2019 season saw him score against more difficult opposition than his 2018 season - despite having an identical goal tally.
In order to better categorize the opposition based on strength, I created four Tiers where I slotted each team. The Tier depended on the Points Ratio of the team.

Tier Ratio
Tier 4 (UCL-level strength) Ratio >= 0.65
Tier 3 (UEL-level strength) 0.50 <= Ratio < 0.65
Tier 2 (mediocre teams) 0.35 <= Ratio < 0.50
Tier 1 (bottom feeders) Ratio < 0.35
This allows me to categorize each of Aguero's goals based on the Tier of his opposition. Here are his goals for 2018 and 2019 categorized:

Season Tier 4 Tier 3 Tier 2 Tier 1 PPG
2018 1 1 16 3 39.64
2019 1 7 4 9 42.77
As you can see, Aguero scored the bulk of his 2018 goals against mediocre opposition. In 2019, those goals were replaced by largely UEL-level opponents (United, Chelsea, Arsenal) and bottom feeders (Brighton, Southampton, Cardiff, Huddersfield). But the nature of the Points Ratio ensures that his goals against Chelsea or Arsenal outweigh his goals against Huddersfield or Cardiff, and his PPG metric experiences a net increase.
That concludes the explanation of how the metric works. Feel free to ask any questions you may have. Various results are posted below.
--------------------------------------

RESULTS

The following 53 players were evaluated from the 2009-10 to 2018-19 season - encompassing the entire 2010s decade. All data was from Transfermarkt, and only players in the Top 5 European leagues were considered.
Players: Aguero, Alexis, Aspas, Aubameyang, Bale, Ben Yedder, Benzema, Berbatov, Cavani, Costa, Di Natale, Drogba, Dybala, Dzeko, Eto'o, Falcao, Forlan, Gomez, Griezmann, Higuain, Huntelaar, Ibrahimovic, Icardi, Immobile, Kane, Kiessling, Lacazette, Lewandowski, Lukaku, Mandzukic, Mane, Mbappe, Mertens, Messi, Milito, Muller, Negredo, Neymar, Pizarro, Quagliarella, Reus, Robben, Ronaldo, Rooney, Salah, Soldado, Sterling, Suarez, Tevez, Torres, van Persie, Vardy, and Villa.
The average PPG across all scorers I evaluated was 42.40.
When you are looking at an individual season, keep in mind that:
When you are looking at the whole decade's worth of goals for a player, keep in mind that:

Top 10 for the Decade (Min. 75 goals)
Ranking Player Goals PPG
1 Jamie Vardy 80 46.21
2 Marco Reus 116 46.08
3 Mauro Icardi 121 45.27
4 Wissam Ben Yedder 101 44.82
5 Alvaro Negredo 98 43.57
6 Stefan Kiessling 102 43.37
7 Cristiano Ronaldo 332 43.34
8 Zlatan Ibrahimovic 188 43.28
9 Edin Dzeko 144 43.19
10 Antonio Di Natale 136 43.11
Top 10 Seasons (Min. 20 goals)
Ranking Player Season Goals PPG
1 Jamie Vardy 2017-18 20 52.59
2 Antonio Di Natale 2009-10 29 47.58
3 Antonio Di Natale 2010-11 28 47.31
4 Alvaro Negredo 2010-11 20 47.24
5 Mauro Icardi 2016-17 24 47.00
6 Cristiano Ronaldo 2017-18 26 46.83
7 Edin Dzeko 2009-10 22 46.43
8 Mauro Icardi 2017-18 29 46.34
9 Mario Gomez 2010-11 28 46.08
10 Diego Milito 2011-12 24 45.87
Top 10 Seasons (Min. 30 goals)
Ranking Player Season Goals PPG
1 Cristiano Ronaldo 2013-14 31 45.10
2 Edinson Cavani 2016-17 35 45.01
3 Lionel Messi 2016-17 37 44.93
4 Cristiano Ronaldo 2010-11 40 44.87
5 Pierre-Emerick Aubameyang 2016-17 31 43.93
6 Lionel Messi 2012-13 46 43.92
7 Robert Lewandowski 2016-17 30 43.69
8 Cristiano Ronaldo 2011-12 46 43.69
9 Cristiano Ronaldo 2012-13 34 43.68
10 Zlatan Ibrahimovic 2012-13 30 43.57
Top 10 Seasons vs. European-level Opponents (Tier 4 + Tier 3) [Min. 20 goals]
Ranking Player Season Total Goals % of Goals vs. European-level Opposition
1 Jamie Vardy 2017-18 20 55.00%
2 Robert Lewandowski 2018-19 22 54.55%
3 Mauro Icardi 2016-17 24 54.17%
4 Sergio Aguero 2014-15 26 42.31%
5 Mauro Icardi 2017-18 29 41.38%
6 Edin Dzeko 2009-10 22 40.91%
7 Cristiano Ronaldo 2010-11 40 40.00%
8 Carlos Tevez 2014-15 20 40.00%
9 Sergio Aguero 2018-19 21 38.10%
10 Stefan Kiessling 2009-10 21 38.10%
Top 5 Seasons vs. European-level Opponents (Tier 4 + Tier 3) [Min. 30 goals]
Ranking Player Season Total Goals % of Goals vs. European-level Opposition
1 Cristiano Ronaldo 2010-11 40 40.00%
2 Cristiano Ronaldo* 2013-14 31 35.48%
3 Lionel Messi* 2010-11 31 35.48%
4 Lionel Messi 2016-17 37 35.14%
5 Edinson Cavani 2016-17 35 31.43%

Bottom 5 for the Decade (Min. 75 goals)
Ranking Player Goals PPG
1 Ciro Immobile 102 39.76
2 Wayne Rooney 115 40.28
3 Mohamed Salah 91 40.60
4 Gareth Bale 119 40.71
5 Antoine Griezmann 134 40.72
Bottom 5 Seasons (Min. 20 goals)
Ranking Player Season Goals PPG
1 Paulo Dybala 2017-18 22 35.85
2 Wayne Rooney 2009-10 24 35.93
3 Alexis Sanchez 2016-17 24 36.70
4 Mohamed Salah 2018-19 22 36.96
5 Mario Gomez 2011-12 26 37.07
Bottom 5 Seasons (Min. 30 goals)
Ranking Player Season Goals PPG
1 Luis Suarez 2013-14 31 37.95
2 Lionel Messi 2014-15 43 39.25
3 Harry Kane 2017-18 30 40.58
4 Kylian Mbappe 2018-19 33 40.83
5 Gonzalo Higuain 2015-16 36 40.96
Bottom 5 Seasons vs. European-level Opponents (Tier 4 + Tier 3) [Min. 20 goals]
Ranking Player Season Total Goals % of Goals vs. European-level Opposition
1 Gonzalo Higuain 2011-12 22 4.55%
2 Antoine Griezmann* 2014-15 22 4.55%
3 Karim Benzema 2018-19 21 4.76%
4 Klaas-Jan Huntelaar 2011-12 29 6.90%
5 Alexandre Lacazette 2014-15 27 7.41%
submitted by sramos04 to soccer [link] [comments]


2020.07.18 23:37 sramos04 [OC] Who is statistically the best big-game scorer of the 2010s?

All data is below if you want to skip my logic. Tl;dr - I created a simple metric to measure the strength of each opponent. Goals of major players in the 2010s decade is displayed along with the metrics. Higher PPG = player scores against more difficult opposition.
I set out this task by trying to figure out if it's possible to numerically distinguish big-game goalscorers. I'll detail my entire approach and show you guys the results below.
Let's take an example to make this easier: Sergio Aguero's league season in 2018-19, when he scored 21 league goals.
I figured that the best way to determine "big-games" would be the points total of the opposition. It's quite intuitive: a game vs. Liverpool in 2019 is much more important than a game vs. Huddersfield, just off the sheer points total of Liverpool vs. Huddersfield. But a mere points total would make it difficult to compare the Bundesliga (34 games) with the other Top 5 leagues (38 games), so I decided to make the Points Ratio instead.
Points Ratio = Total Points Accumulated / Total Possible Points
(e.g. Liverpool in 2018-19 accumulated 97 points. Their Points Ratio would be 97/114 = 0.851. In the same season, Huddersfield accumulated 16 points, which makes their points ratio 0.140. The Bundesliga is likewise adjusted for their maximum point total of 102)
Once I have the Points Ratio for each team in the 2018-19 EPL campaign, I can attribute each of Aguero's goals a value. The value of each goal Aguero scored will be equal to the Points Ratio of his opponent. His goal against Liverpool earned him 0.851 points, and his three goals against Huddersfield earned him 3 x 0.140 = 0.421 points. As you can see, the solitary goal against a potent Liverpool team is worth almost double the amount of a hat-trick of goals against an abysmal Huddersfield side. This method of giving a value to each goal based on the strength of the opposition benefits players who score frequently in big games, and punishes players who rack up goals against horrendous teams.
You might be interested in the total points Aguero has mustered in the 2019 campaign (8.98), but in reality, this value is irrelevant compared to the Points per Game metric (PPG). For simplicity's sake, I calculated this value as (100 x Points) / Goals, so the final answer is not a decimal. By using the PPG, we can compare Aguero's 2019 season with other seasons of other players.
In 2019, Aguero's league campaign garnered him a PPG of 42.77 from 21 goals.
In 2018, Aguero scored the exact same number of goals, but earned a PPG of 39.64
As you can see, we can immediately compare Aguero's 2018 and 2019 league seasons and state that, by the values we have established, his 2019 season saw him score against more difficult opposition than his 2018 season - despite having an identical goal tally.
In order to better categorize the opposition based on strength, I created four Tiers where I slotted each team. The Tier depended on the Points Ratio of the team.

Tier Ratio
Tier 4 (UCL-level strength) Ratio >= 0.65
Tier 3 (UEL-level strength) 0.50 <= Ratio < 0.65
Tier 2 (mediocre teams) 0.35 <= Ratio < 0.50
Tier 1 (bottom feeders) Ratio < 0.35
This allows me to categorize each of Aguero's goals based on the Tier of his opposition. Here are his goals for 2018 and 2019 categorized:

Season Tier 4 Tier 3 Tier 2 Tier 1 PPG
2018 1 1 16 3 39.64
2019 1 7 4 9 42.77
As you can see, Aguero scored the bulk of his 2018 goals against mediocre opposition. In 2019, those goals were replaced by largely UEL-level opponents (United, Chelsea, Arsenal) and bottom feeders (Brighton, Southampton, Cardiff, Huddersfield). But the nature of the Points Ratio ensures that his goals against Chelsea or Arsenal outweigh his goals against Huddersfield or Cardiff, and his PPG metric experiences a net increase.
That concludes the explanation of how the metric works. Feel free to ask any questions you may have. Various results are posted below.
--------------------------------------

RESULTS

The following 53 players were evaluated from the 2009-10 to 2018-19 season - encompassing the entire 2010s decade. All data was from Transfermarkt, and only players in the Top 5 European leagues were considered.
Players: Aguero, Alexis, Aspas, Aubameyang, Bale, Ben Yedder, Benzema, Berbatov, Cavani, Costa, Di Natale, Drogba, Dybala, Dzeko, Eto'o, Falcao, Forlan, Gomez, Griezmann, Higuain, Huntelaar, Ibrahimovic, Icardi, Immobile, Kane, Kiessling, Lacazette, Lewandowski, Lukaku, Mandzukic, Mane, Mbappe, Mertens, Messi, Milito, Muller, Negredo, Neymar, Pizarro, Quagliarella, Reus, Robben, Ronaldo, Rooney, Salah, Soldado, Sterling, Suarez, Tevez, Torres, van Persie, Vardy, and Villa.
The average PPG across all scorers I evaluated was 42.40.
When you are looking at an individual season, keep in mind that:
When you are looking at the whole decade's worth of goals for a player, keep in mind that:

Top 10 for the Decade (Min. 75 goals)
Ranking Player Goals PPG
1 Jamie Vardy 80 46.21
2 Marco Reus 116 46.08
3 Mauro Icardi 121 45.27
4 Wissam Ben Yedder 101 44.82
5 Alvaro Negredo 98 43.57
6 Stefan Kiessling 102 43.37
7 Cristiano Ronaldo 332 43.34
8 Zlatan Ibrahimovic 188 43.28
9 Edin Dzeko 144 43.19
10 Antonio Di Natale 136 43.11
Top 10 Seasons (Min. 20 goals)
Ranking Player Season Goals PPG
1 Jamie Vardy 2017-18 20 52.59
2 Antonio Di Natale 2009-10 29 47.58
3 Antonio Di Natale 2010-11 28 47.31
4 Alvaro Negredo 2010-11 20 47.24
5 Mauro Icardi 2016-17 24 47.00
6 Cristiano Ronaldo 2017-18 26 46.83
7 Edin Dzeko 2009-10 22 46.43
8 Mauro Icardi 2017-18 29 46.34
9 Mario Gomez 2010-11 28 46.08
10 Diego Milito 2011-12 24 45.87
Top 10 Seasons (Min. 30 goals)
Ranking Player Season Goals PPG
1 Cristiano Ronaldo 2013-14 31 45.10
2 Edinson Cavani 2016-17 35 45.01
3 Lionel Messi 2016-17 37 44.93
4 Cristiano Ronaldo 2010-11 40 44.87
5 Pierre-Emerick Aubameyang 2016-17 31 43.93
6 Lionel Messi 2012-13 46 43.92
7 Robert Lewandowski 2016-17 30 43.69
8 Cristiano Ronaldo 2011-12 46 43.69
9 Cristiano Ronaldo 2012-13 34 43.68
10 Zlatan Ibrahimovic 2012-13 30 43.57
Top 10 Seasons vs. European-level Opponents (Tier 4 + Tier 3) [Min. 20 goals]
Ranking Player Season Total Goals % of Goals vs. European-level Opposition
1 Jamie Vardy 2017-18 20 55.00%
2 Robert Lewandowski 2018-19 22 54.55%
3 Mauro Icardi 2016-17 24 54.17%
4 Sergio Aguero 2014-15 26 42.31%
5 Mauro Icardi 2017-18 29 41.38%
6 Edin Dzeko 2009-10 22 40.91%
7 Cristiano Ronaldo 2010-11 40 40.00%
8 Carlos Tevez 2014-15 20 40.00%
9 Sergio Aguero 2018-19 21 38.10%
10 Stefan Kiessling 2009-10 21 38.10%
Top 5 Seasons vs. European-level Opponents (Tier 4 + Tier 3) [Min. 30 goals]
Ranking Player Season Total Goals % of Goals vs. European-level Opposition
1 Cristiano Ronaldo 2010-11 40 40.00%
2 Cristiano Ronaldo* 2013-14 31 35.48%
3 Lionel Messi* 2010-11 31 35.48%
4 Lionel Messi 2016-17 37 35.14%
5 Edinson Cavani 2016-17 35 31.43%

Bottom 5 for the Decade (Min. 75 goals)
Ranking Player Goals PPG
1 Ciro Immobile 102 39.76
2 Wayne Rooney 115 40.28
3 Mohamed Salah 91 40.60
4 Gareth Bale 119 40.71
5 Antoine Griezmann 134 40.72
Bottom 5 Seasons (Min. 20 goals)
Ranking Player Season Goals PPG
1 Paulo Dybala 2017-18 22 35.85
2 Wayne Rooney 2009-10 24 35.93
3 Alexis Sanchez 2016-17 24 36.70
4 Mohamed Salah 2018-19 22 36.96
5 Mario Gomez 2011-12 26 37.07
Bottom 5 Seasons (Min. 30 goals)
Ranking Player Season Goals PPG
1 Luis Suarez 2013-14 31 37.95
2 Lionel Messi 2014-15 43 39.25
3 Harry Kane 2017-18 30 40.58
4 Kylian Mbappe 2018-19 33 40.83
5 Gonzalo Higuain 2015-16 36 40.96
Bottom 5 Seasons vs. European-level Opponents (Tier 4 + Tier 3) [Min. 20 goals]
Ranking Player Season Total Goals % of Goals vs. European-level Opposition
1 Gonzalo Higuain 2011-12 22 4.55%
2 Antoine Griezmann* 2014-15 22 4.55%
3 Karim Benzema 2018-19 21 4.76%
4 Klaas-Jan Huntelaar 2011-12 29 6.90%
5 Alexandre Lacazette 2014-15 27 7.41%
submitted by sramos04 to u/sramos04 [link] [comments]


2020.07.12 06:09 saranonicknames Início de um sonho // Sempre dá algo errado

Hoje é o primeiro dia que entro nessa comunidade (fiquei sabendo por um vídeo) e isso que você está lendo também é o meu primeiro post aqui no reddit. Por alguma coincidência do destino, o dia de hoje foi interessante e importante para mim, o que normalmente (agora na quarentena) é bem difícil de acontecer, portanto, decidi compartilhar com vocês.
Eu tenho 16 anos e já faz uns 4/5 anos que aprendi a editar vídeos. Assim como todo mundo, comecei editando vídeos para a escola sem pretensão nenhuma e criando um canal no youtube de, adivinha só, minecraft. Essa parte não é muito importante, o fato é que editar vídeos começou a ser uma paixão para mim e meus amigos sabiam disso e me pediam ajuda com vídeos de trabalhos. Claro que eu ajudava, de graça, afinal eram meus amigos e eu nunca tinha pensado realmente em ganhar dinheiro com isso, até porque na época eu não era grande coisa na edição também. Os anos foram mudando comigo aprendendo mais sobre edição e passando horas e dias editando vídeos que me pediam, só por hobby mesmo, até que isso começou a me desgastar um pouco. Eram vídeos feitos de graça e que algumas pessoas ainda reclamavam de coisas específicas dele, e lá ia eu, arrumar o "erro" e reenviar, sem nem falar nada sobre. Até que hoje, depois de muitos vídeos editados, eu recebi meu primeiro "pagamento" pelo trabalho que eu AMO fazer. "Pagamento" entre aspas, porque não foi dinheiro mesmo, foi um jantar, mas eu não poderia ter ficado mais feliz por isso. Todo mundo fica feliz quando ganha seu primeiro salário e eu estava ganhando com algo que eu amo, era basicamente o meu sonho. Mas, se o título não deixou claro, alguma coisa estragou meu dia, o dia que era tão especial. Só faltava eu saltitar de felicidade quando o motoboy apitou na frente da minha casa com o lanche, estava chovendo e meu pai (bêbado) brigou comigo por ter que ir pegar o lanche na chuva, mas tudo bem, era algo normal, não iria deixar isso estragar minha felicidade. Ia vir um lanche para a minha mãe também, mas na última hora, esse restaurante negou o cartão, então só veio o meu jantar. Minha mãe não ficou muito feliz com isso, mas também não brigou. Enquanto meu pai estava pegando o lanche, minha mãe estava orando no quarto dela, mas não me aguentei e comecei a falar do quão feliz estava, obviamente ela não reagiu bem. Me mandou sair do quarto, porque ela estava ocupada. Não é algo que parece destruir infâncias ou coisas assim, mas doeu. Doeu, porque um sonho meu estava se realizando, e ninguém parecia ligar para aquilo, menos do que não ligar. O meu pai entrou em casa e tudo ótimo, eu pelo menos poderia aproveitar meu lanche em paz no meu quarto... se meu pai não brigasse comigo para comer na cozinha. Por 0 motivos. Nunca tinha falado isso antes. Toda minha animação já tinha ido embora. Aquele momento que parecia único e vitorioso, foi transformado em algo ordinário, sem valor. Insisti muito pra ir para o meu quarto e, quase chorando, fui. Subi as escadas e chorei sozinha no banheiro. Parece exagero quando vista essa situação de fora, eu sei. Eu concordo que palavras e ações tão simples quanto aquelas não deveriam estragar meu dia, mas não consegui evitar. Foi algo inesperado. Esperava orgulho, recebi indiferença. Pessoas que, na minha visão, deveriam estar tão orgulhosas, mas que provaram totalmente o contrário.
Não é uma história de perda, não é uma história digna de ser comparada com as mais tristes dessa comunidade. É apenas uma história de como palavras e ações pequenas podem se tornar algo grande. De como sua família muitas vezes é quem estraga as coisas para você, a sua família, que deveria sempre te proteger.
submitted by saranonicknames to desabafos [link] [comments]


2020.07.07 14:47 Irebuleke Celta - Atletico Madrid Both to score 07:14:25

In the 35th round of the Spanish Examples, Celta Vigo will host Madrid Atletico.
It seems that everything is extremely simple in this match, Celta is an outsider, Atletico is a favorite. However, if the Celts play with equal teams with varying success, then they will beat Alaves 6–0, then Mallorca will lose 1–5, then in games with recognized favorites they always show the most fierce resistance, recall their recent draws with Barcelona and Real Madrid, with the latter - at the Bernabeu, and it will immediately become clear that the “mattress” will not be easy in this fight.
🏅Get the free tips at https://t.me/bettorhub🏅
“Indians” can feel relaxed, they take third place in the table and they have no chance to catch the first two, and they should have no problems keeping the third line, considering how unstable their competitors are, regularly losing points, moreover, sometimes out of the blue.
As for this meeting, you should not expect a hail of goals from him, but the teams should upset each other at least once: Atletico has a good selection of attacking players and a well-placed game, while Celta has Iago Aspas, a storm of authority Fedor Smolov, who scored and Real Madrid and Barça, and a great desire to stay in the elite of Spanish football for next season.
🏅Get the free tips at https://t.me/bettorhub🏅
submitted by Irebuleke to bettingtoday [link] [comments]


2020.06.18 16:50 epilef_backwards Análise (não tão séria) de The 8th son? Are you kidding me?

Análise (não tão séria) de The 8th son? Are you kidding me?
O texto a seguir vai conter palavrões, zoeiras e um excesso tóxico de ironia. O motivo disso é que esta obra é tão mal feita e patética que não merece a minha seriedade.
Lembram quando eu falei sobre Tower of God ser um completo desserviço à humanidade e sobre como ele seria o pior anime da temporada? Então...devo dizer que a temporada de primavera deste ano está de parabéns por ter conseguido o quase impossível feito de fazer que Tower of God não fosse o seu pior anime. Isso porque se existe uma frase que eu já levava para a vida, e vou levar ainda mais agora, é que tudo que está ruim pode piorar. Eis que chegamos a The 8th son? Are you kidding me?
É claro que eu já sabia que seria ruim. Todos os animes de aventura com nomes grandes são ruins. No entanto, esse aqui me pegou desprevenido por conseguir ser uma compilação de muitas das piores coisas que eu já vi em uma produção audiovisual (sim, é pior que Seikon no Qwaser).
A começar pelo seu roteiro. E que roteiro. HAHAHAHAHAHHAHAHHA.
Ele não somente apresenta todos os clichês imagináveis do gênero, porém, não os utiliza de nenhuma maneira para tentar subverter as nossas expectativas e proporcionar uma experiência menos tortuosa. Mas acredite em mim: esse é o menor problema do roteiro.
Primeiro, vamos aos personagens. Completamente tapados, estúpidos, rasos, sem senso de humanidade, pífios, patéticos, ignorantes, irritantes, desinteressantes e sem nenhuma camada de desenvolvimento, eles só não são piores, narrativamente falando, do que as suas relações. Todas as relações desse anime são forçados da maneira mais insensível e rushada possível. Desde a relação do protagonista com seu mestre à relação sua e seus "amigos". E coloco aspas ao falar amigos porque a "amizade" deles se inicia com ele forçando-os a participarem de uma acontecimento com um nobre daquele mundo. Agora você deve se perguntar o porquê dele "convidá-los". Então, eu também não sei. Não sei não porque não prestei atenção (embora quase dormi diversas vezes ao assistir esse pedaço de lixo), mas, sim, porque o roteiro coloca a razão mais aleatória e sem sentido imaginável. Ao que eu entendi, ele percebeu que aqueles 3 possuíam algo a mais que os demais não porque não desistiam dos "testes". O problema é que só nos é mostrado esses três e mais um ou outro personagem. Não temos 100% de noção se somente eles não desistiram ou não. Porém muito pior que isso são os "testes". HAHAHAHAHAHAHA os testes. Basicamente um do trio "principal", o qual se alia ao protagonista, tira do interior do orifício anal dele que o protagonista estava testando a qualidade dos demais da sua sala. Isso porque, claro, o protagonista é a pessoa abençoada que é mais forte, apenas com cinco anos, do que 90% dos magos existentes daquele mundo. Agora você deve pensar: bom, é claro que todo mundo ridicularizou esse idiota que falou isso já que o protagonista NUNCA fez nada que desse a entender tal coisa. Não, não somente ninguém o ridiculariza ou espanca ele ou qualquer coisa plausível na situação como eles CONCORDAM e SEGUEM essa ideia de "teste do protagonista". WHAT IN THE ACTUAL FUCK? POR QUE ELES ACEITARAM? ISSO LITERALMENTE NÃO FAZ O MENOR SENTIDO. E mais: não é como se esse cara que falou tivesse qualquer ligação com as demais pessoas da classe da suposta "escola" de aventureiros. Simplesmente ele era tão novato quanto todo mundo e veio com uma ideia ridiculamente absurda dessa. Mas é claro, mais absurda do que a ideia é a pessoa que a escreveu. Mas, novamente, relaxa, esse não é a pior convenção do roteiro. Não, não, ele fica pior. Muito pior.
A situação se transforma numa catástrofe maior quando falamos do protagonista. Muito mais do que clichê, raso, patético, irritante, sem graça e estúpido, falamos de um cara que tinha 25 anos na sua vida original e age como uma criança de -12. O que quero dizer com isso é que ele só apresentava um corpo de criança/jovem. Ele tinha VINTE E CINCO anos e começou a agir como um completo retardado mental a partir do momento que viajou ao mundo de fantasia (viagem essa que nem sequer tentou ser explicada pelo roteiro bananada). E muito pior do que isso: se ele já existia naquele mundo, como é possível que ninguém da família dele percebeu algo de estranho? Alguma mudança de comportamento? Mas é, eu acho que estou sendo um pouco rígido de mais uma vez que a mesma família literalmente não percebeu que o moleque sumia durante dias e voltava com um monte de comidas exóticas àquela região (para ser sincero, o pai dele até percebeu da primeira vez, no entanto, o roteiro apagou esse fato da existência pois enfim, sabe como é, não podemos ter problemas no andamento da estória XDXDXD).
Pior que a família mongoloide do moleque é o seu professor: quem, tirando o roteirista do anime, fala algo como "você vai ser um mago muito mais forte que eu" no primeiro encontro com alguém? O cara literalmente nem sequer tinha visto o menino em ação direito e já falou algo assim. Mas bem como o personagem do professor é completamente subutilizado e irritante, pior que ele é o treinamento imposto por ele ao protagonista (cujo nome sequer habita nas mais profundas camadas do meu subconsciente de tão lixo que ele e seu anime são). Não somente ele não faz o menor sentido como utiliza de certos artifícios como a transferência de poder que absolutamente não fazem sentido. Então quer dizer que pelo simples fato do professor falar como a magia se realiza o moleque já vai saber conjurá-la de maneira perfeita? Que dois dias depois do início do treinamento ele literalmente se equipara aos grandes magos do mundo?
O treinamento fica pior quando chega no ponto do professor do protagonista transferir seu poder a ele. Entendam a situação: eu falo de um dos top magos do mundo e de um moleque de 5 anos. Em que planeta ele conseguiria aguentar tamanha força/passagem de energia? Em nenhum. Em nenhum, claro, à exceção desse mundo. Mas calma. Vai além.
A relação dos dois é completamente forçada e sem nenhum toque de emotividade. Contudo, o roteirista do anime acreditou, em um de seus devaneios-os quais devem ser de onde o roteirista tirou uma escrita tão porca e lixosa-, que tal relação era orgânica e que seria muito bacana colocar uma cena comovente do aluno expurgando o seu professor que, na realidade, era um morto-vivo. Lembra quando eu disse que essa merda de um morto-vivo/assombração/visão treinar os protagonistas iria pegar depois de Kimetsu? Então, a desgraça já começou a acontecer (PS: Não funciona). A cena é patética e só demonstra como o roteiro cria TUDO à força e sem NENHUM toque de sensibilidade. Quem escreveu isso aqui tem a mesma sensibilidade uma melancia em uma loja de cristais.
Logo depois do fim do seu treinamento, o roteiro jumpa 10 anos (ou algo próximo) no futuro e o protagonista basicamente se tornou o mago mais poderoso do mundo treinando por conta própria. É, nem sequer auxílio de livros ele teve. Mas é claro, para o personagem que aprendia a usar uma magia perfeitamente só pelo seu mestre falar sobre ela, não é de se espantar que ele consiga treinar sozinho e se torne o mago mais forte de todos.
Ele adentra em uma escola de aventureiros e basicamente durante um episódio temos o ápice do roteiro juvenil. Lembra quando você, garotinho de 11 anos pós término de Sword Art Online, ficava imaginando como seria ser um cara super overpower para chegar na escola e todo mundo babar seu ovo? Pois é. No caso de 8th son, o roteirista trouxe esse seu sonho de infância à tona no protagonista da história. Literalmente ele sequer mostrou qualquer tipo de habilidade e absolutamente TODOS os demais já DESISTIRAM da escola porque era muita humilhação ter alguém tão foda e picudo com elas.
Calma...
HAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHA.
Após isso, ele se junta aos seus aliados da maneira como eu já falei e o anime se torna um compilado de histórias estúpidas montadas de uma maneira cancerígena aos sentidos.
Mas antes de dar procedimento, preciso comentar de uma das cenas que mais me fizeram rir na história da animação japonesa. Sério mesmo, eu engasguei de tanto rir.
E essa é a cena do dragão de ossos.
Basicamente o nosso herói e o seu grupo de personagens clichês se junta para ir a uma cidade próxima porque o protagonista é literalmente MUITO foda para ficar na escola de aventureiros. O problema aqui, antes de falar sobre o Dragão (HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHA), é que não há nenhum sentido nos outros três largarem a escola. Eles, embora considerados muito fortes, não são nem 5% do protagonista. Os três juntos quase morriam para lobos e tiveram que ser salvos pelo protagonista. Mas é, foda-se, eles simplesmente largaram a escola de aventureiros e foram se tornar aventureiros por conta própria sendo carregados pelo protagonista.
Para irem à cidade, utilizaram o método de viagem aparentemente mais rápido do mundo que é o navio mágico, um navio que voa graças à magia. Um método muito seguro e que não apresenta riscos de, por exemplo, cair. Bom, é aí que começa a cena.
O cara responsável por levar eles nessa travessia é o professor do professor do moleque. Ele fala sobre como a viagem é segura e que somente caso aparecesse um Dragão que o navio poderia cair. E adivinha o que aparece ao fundo no exato momento. Sim, um Dragão.
Calma...
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
Eu comecei a rir de maneira quase descontrolada nesse ponto. Mas relaxa, vai ficar pior (ou melhor).
O Dragão de Caveira é uma das criaturas mais fortes existentes. Portanto, o seu visual PRECISA ser ameaçador, imponente e perigoso. O problema é que o visual dele é feito com base no pior 3D possível. Não somente destoa completamente do cenário como, por ser um 3D de qualidade abaixo da de Berserk, deixa o seu visual tudo menos amedrontador e de algo que pareça ser uma das criaturas mais fortes existentes. Os seus ataques são completamente pastelões e sequer triscam o protagonista (devo lembrá-los que era a primeira batalha do protagonista, o qual deveria ter não mais que 15 anos na cena, e justamente contra uma das criaturas mais fortes de todas). Contudo, nada é pior do que os efeitos sonoros da criatura.
Os efeitos sonoros dela, sem nenhuma brincadeira, lembram sons de batidas de cocos. BATIDAS DE COCOS.
A FEKEN CRIATURA MAIS FORTE DO PLANETA TERRA E DO MUNDO BANANADA DO PROTAGONISTA SE MOVE FAZENDO SOM DE BATIDA DE COCO
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
Eu estourei de rir nesse momento. Simplesmente os sons são de uma qualidade tão péssima que geram um efeito cômico no que é para ser uma das cenas de batalha do anime. É literalmente hilário o quão ruim esse show é.
Agora lembrem do que eu disse: nada está ruim que não possa piorar.
Abaixo da qualidade audiovisual patética e do roteiro escrito por um fugitivo da APAE, temos a direção dessa bagaça (a qual eu já dei uma palha quando comentei acima sobre os efeitos visuais e sonoros).
Em poucas palavras, ela é o pior pedaço de merda audiovisual lixoso autista aidético já contemplado pela humanidade. Os diálogos são os piores em eras: expositivos, vergonhosos e sem sentido (existem horas que o que um personagem fala LITERALMENTE NÃO SE ENCAIXA COM O QUE ESTÁ ACONTECENDO. Um exemplo disso é quando o personagem principal pergunta a um outro personagem se algo seria x Ou y. Sabem o que o outro personagem responde? Sim. ELE RESPONDEU SIM A UMA PERGUNTA DE X OU Y. QUEM ESCREVEU ESSA MERDA CARA? HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA).
Mas nenhum diálogo supera o da cena que o protagonista expurga o seu professor. Nada que eu fale vai ser suficiente para a mesquinhez dele, portanto, assista por conta própria. É no final do episódio 2. Feche seus olhos e só ouça o diálogo.
A montagem das cenas...ah, a montagem das cenas. Vocês acreditam em mim se eu falar que esse anime tem problemas na MONTAGEM das cenas e dos diálogos? Coisas do tipo: um personagem estava em certa pose e no segundo seguinte ele está com a mesma pose só que de outra maneira. Um exemplo disso: um personagem (sequer lembro qual, acho que era o protagonista) aponta para o rosto. Na cena imediatamente seguinte ele permanece na mesma posição de apontar para si mesmo, contudo, aponta para o PEITO e não para o rosto. Um outro exemplo é quando o personagem pergunta algo para uma personagem e OUTRO cara responde a pergunta. WTF?.
Outro recorrente ponto na montagem das cenas aqui é que eu tive a ligeira impressão que houveram cenas cortadas. Do tipo: tal personagem vira e pergunta "Hm, o que você disse?" sendo que ABSOLUTAMENTE NINGUÉM FALOU NADA. Ou então x personagem se refere a algo que ele havia dito quando na verdade ele nunca realmente disse tal coisa (e sequer um flashback nos é mostrado). As transições entre cenas são feitas de uma maneira abrupta e que demonstram total inabilidade da direção mesmo em seus quesitos mais básicos. O corte é feito repentinamente e de maneira tão porca que, muitas vezes, corta a FALA DA PERSONAGEM.
Calma...
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA.
Sim, é nesse ponto que a patetisse da produção desse anime chega.
E eu nem preciso tocar nos demais pontos tangentes à animação e à trilha sonora, certo?
A animação ficaria datada na década de 70 e a trilha sonora é forçada e sem graça. Aliás, sobre a animação, devo dizer que as escolhas estéticas sequer fazem sentido. O exemplo mais claro é a invocação de uma habilidade: um círculo tech aparece antes de uma skill ser conjurada. Por quê? Devo lembrá-los que esse anime se passa no feudalismo. Por que diabos tem um efeito que mais parece ter saído de Sword Art Online? A resposta é clara: porque a direção pateta não tem a menor criatividade para fazer algo além do que já foi feito infinitas vezes e caí no óbvio até mesmo nas escolhas visuais presentes no show.
As cenas de ação foram gravadas tentando cumprir o recorde mundial de cortes por segundo e não passam nenhuma sentimentalidade e emoção. Existem horas que são 3/4 cortes em questão de segundos. SÉRIO.
Veredito
Eu preciso parabenizar a produção dessa bomba por ter conseguido retirar o título de pior anime da temporada de Tower of God. Em poucas palavras: The 8th son? Are you kidding me? É o pior anime do ano (a menos que alguma produção tente copiar o feito da desse show e faça um cristal de merda como esse) e um dos piores de toda a existência da animação japonesa. Ele falha em absolutamente tudo que não aumentar a minha tolerância para animações.
E digo mais: Tower of God tem que agradecer essa abominação em formato de show por ter me feito repensar a nota que eu iria dar para ele.
Nota final: 0.
O elenco pateta e os vilões água com açúcar da série. Só para que você saiba: a garota atrás do protagonista tem 12 anos e tem cenas...meio bizarras, eu diria, ao longo do show porque os produtores acharam que seria uma boa ideia fazer isso :D
submitted by epilef_backwards to u/epilef_backwards [link] [comments]


2020.06.16 14:41 epilef_backwards Análise de Konosuba.

Análise de Konosuba.
Reinvenção do gênero ou só personagens não tão clichês?
Um dos aspectos que diferiram Kaguya-sama das demais comédias românticas foi a maneira que o show proporciono uma desconstrução do gênero comédia romântica. Mas o que exatamente isso significa? Resumidamente, dizemos que um anime desconstruiu um gênero quando ele alterou ou utilizou de maneira inventiva os principais clichês do próprio gênero. É claro que, ao falar clichê, me refiro àqueles que são mais superficiais, ou seja, àqueles que não são os que caracterizam o gênero. Mas como assim clichês que caracterizam o gênero? Peguemos como exemplo um Isekai. O maior clichê possível do Isekai é o protagonista de alguma maneira ir a uma outra realidade. Percebam, contudo, que esse clichê é completamente essencial para a existência de um Isekai, até porque é justamente esse elemento que faz que aquele show seja um Isekai. Nesse caso, o clichê não somente pode ser utilizado como ele deve ser, uma vez que ele é o que caracteriza aquela obra como sendo uma do gênero X em questão.
O problema se encontra nos clichês superficiais.
Ainda no mundo dos Isekais (já que o anime da análise é um), um comum clichê é o protagonista ser muito mais poderoso do que a média e/ou apresentar alguma característica única naquele mundo. Usando um exemplo respectivo de cada: the 8th son? are you kidding me? (sim, esse é o nome da aberração. relaxem, vai ter review dele também haha) para o primeiro exemplo e Re:zero para o segundo. Esses clichês não são necessariamente problemáticos. O problema advém do uso deles. Eu não tenho problema em ver algum protagonista forte (pelo contrário, eu odeio protagonistas que são acovardados e indefesos), no entanto, deve haver algum porquê, algum desenvolvimento, algum treinamento ou alguma coisa por trás disso. Nesse sentido, os shows chamados de bons clichês são aqueles que sabem utilizar esses clichês de modo a subverterem as nossas expectativas, ou seja, esperávamos por X fato (o clichê) mas o roteiro faz acontecer Y(bom clichê). Essa quebra de expectativa demonstra que o roteiro e a direção dominam os clichês do gênero e sabem utilizá-los de maneira a nos enganar e conduzir a nossa experiência com base na maneira que eles desejam. Um show que reinventa o gênero, portanto, é aquele que realiza essa subversão e esse "bom uso" dos clichês de maneira majoritária além de, claro, utilizar outros elementos até então desconhecidos ou pouco utilizados no gênero. Em outras palavras, o roteiro e a direção apresentam tamanho conhecimento sobre aquela área que conseguem brincar com elementos já muito utilizados de maneira a melhorá-los e que adicionam outros elementos narrativos/audiovisuais novos e que adicionam à trama.
Dito isso, quando comentei sobre Kaguya-sama reinventar o gênero de comédia romântica, o fiz porque de fato quase todos os clichês superficiais são utilizados de maneira inventiva e subvertida (fato que só foi aprimorado na segunda temporada). Contudo, é importante ter em mente a distinção entre reinventar o gênero e apresentar alguns bons clichês.
Mas qual a razão de eu falar isso? Pois, nessa análise, vou comentar sobre um show que aparenta reinventar o gênero, mas que, infelizmente, apenas apresenta alguns bons clichês.
Konosuba foi lançado em 2016 com a clara proposta de fugir de certas convenções do gênero Isekai/aventura-comédia. Isso porque tais clichês, como o próprio nome clichê já sugere, saturaram o gênero de uma maneira tóxica. No entanto, tal proposta parece ter sido pensada apenas para os personagens principais da obra, uma vez que somente esses fogem do padrão das demais obras. E quando eu digo fugir eu precisaria colocar aspas, uma vez que são certas características que diferem do padrão. Ademais, são tão planificados, simplistas e, por vezes, irritantes como os demais do gênero. E isso reflete muito sobre o anime. Konosuba se esforça em tentar ser algo além do padrão, no entanto, fracassa ao ficar na camada mais superficial dessa ideia. Desse modo, o anime apresenta alguns pontos que fazem dele superior aos demais Isekais de comédia, no entanto, ele nunca sai da camada mais superficial e previsível do gênero. Isso implica diretamente na existência não somente dos clichês essenciais ao gênero mas, sobretudo, também a de muitos clichês superficiais. E esse é o problema: ao falhar em ir mais profundo na reinvenção do gênero, Konosuba desvia de apenas meia dúzia dos problemas típicos do gênero.
A começar pelo roteiro que é completamente simples e raso e com pouca (para não falar nenhuma) progressão da trama. Existe pouquíssimo desenvolvimento dos personagens e todos os que não são os principais são completamente subutilizados e descartáveis. E pior: mesmo que diferenciados, os personagens principais, à exceção do protagonista, apresentam justamente o problema já citado, ou seja, só possuem uma ou outra característica que os diferem dos demais do gênero, no entanto, de maneira alguma reinventam as suas posições dentro da estória. Tudo isso é agravado porque a trama simplesmente não anda. O motivo é muito claro: a história de derrotar o Rei demônio é um pretexto apenas para a existência do show. O que quero dizer com isso é que em nenhum momento esse feito é realmente levado a sério pelos personagens e muito menos pelo roteiro, o qual faz questão de ignorá-lo durante o anime inteiro. Os únicos momentos que ouvimos o nome "Rei demônio" só servem para a gente lembrar sobre esse "objetivo" dado aos personagens. O problema é que tampouco o roteiro faz qualquer tipo de sentido do ponto de vista que foi colocado. A ideia original era derrotar o Rei demônio para devolver a Aqua ao seu "lugar". No entanto, fica claro, conforme a história passa, que isso nunca vai acontecer. Isso pelo motivo mais óbvio: ela gostou de ficar no novo mundo. Dito isso, o roteiro improvisa e coloca como objetivo salvar aquele mundo/fazer fama por ter derrotado o Rei demônio e seu exército. O problema é que esse motivo é completamente vago e sequer é aproveitado. Isso tanto é verdade que em nenhum momento vemos os personagens se preparando para tal feito e traçando um plano para tal. Na realidade, sequer sabemos direito quem é o Rei demônio e o que realmente acontece naquele mundo. Novamente, isso não é à toa. Existe um motivo para o roteiro explicar o mínimo possível do mundo e de tudo que vai além dos 4 personagens principais: o anime não tem o menor senso de importância. E isso não é bom nem para uma comédia. Tal realidade se dá porque um roteiro que não leva a sério sua trama se torna trivial, bobo, simplista ao extremo e até esquecível. E quando eu falo que ele não leva a sério a sua trama é em todos os sentidos imagináveis. Tudo que envolve os personagens, seus objetivos ("""objetivos""") e o andamento da história é levado na brincadeira e só serve para fazer tiradas cômicas. O anime não apresenta nenhum momento minimamente relevante do ponto de vista narrativo. Tudo que acontece serve apenas para fazer piada. Enquanto isso, todo o trajeto dos personagens e o andamento da trama ficam em segundo plano, fazendo que o anime seja apenas um compilado de acontecimentos aleatórios de 4 bonecos 2d. Nada mais do que isso. Boas comédias utilizam a comédia como porta para outros gêneros e subgêneros e isso não acontece em nenhum momento durante os 20 episódios de Konosuba. Sério, todas as cenas do anime são piadinhas ou vivências que viram piadinhas. Absolutamente todas. Além desse fator anular qualquer envolvimento com os personagens e com a própria obra, ela mergulha a obra em um poço de mediocridade, uma vez que jamais levaremos algo dela. Afinal de contas, é apenas uma comédia. É apenas algo para me fazer rir.
Porém, pior que fazer piadinhas toda hora é acertar pouco nelas. É claro que a comicidade depende muito do espectador, no entanto, para um anime que tenta durante 20 episódios ininterruptos me fazer rir, devo dizer que ri muito pouco com Konosuba. Embora o timing cômico sempre foca em algo que não esperávamos acontecer, ser inventivo uma vez é difícil, quiçá durante uma obra inteira. A realidade é que 20% das piadas funcionam e realmente apresentam alguma novidade, enquanto as outras só são aleatoriedades sem nenhum tipo de humor. Além disso, o timing do anime é completamente desregulado, já que tudo nele é piada. Ser uma comédia é diferente de não se levar a sério. É claro que não é de se esperar muita profundidade de uma comédia, contudo, as boas comédias, como já citei, vão além da camada mais superficial do gênero. É justamente essa uma das principais características para a reinvenção do gênero e Konosuba falha completamente nisso.
Outro problema do anime é o extremo uso de fanservice. Além de serem completamente desnecessários e inócuos, só completam a ideia do roteiro de trivializar ao máximo o anime e transformá-lo em uma piada. Além de serem péssimos fanservices (é, nem para ecchi de fato eles servem dada a inabilidade do protagonista e aproveitar os momentos).
A direção também demonstra inabilidade no passo do anime, visto que ele é completamente limitado a uma trama episódica e, depois de certo ponto, desconfortante. É inacreditavelmente cansativo acompanhar um anime cujos únicos acontecimentos são as "missões" aleatórias que os personagens ou recebem ou que são advindas de fatos randômicos. Não há, de fato, algo além disso na obra.
A parte audiovisual é mediana. Embora os efeitos sejam interessantes, não classificam a animação como de alto nível porque são 3d e repetitivos (basicamente se resumem às skills da Megumim e uma ou outra da Aqua). Quanto ao restante da cinematografia, a animação falha nas transições das caretas dos personagens (o que diminuí consideravelmente a graça delas) e no próprio design deles. Existem muitas distorções nesse anime, sendo a maioria por falha da própria animação e não algo pensado para forçar um humor (como já disse, as distorções propositais são, também, péssimas e nada engraçadas. A cena do Shirogane com a cabeça inchando é mais engraçada do que todas as distorções desse show somadas). O visual dos personagens, embora vistoso e vívido, contrasta demais com o dos demais personagens existentes na obra, o que não faz sentido já que apenas a Aqua e o Kazuma deveriam apresentar tais características por não serem daquele mundo. Perceba como o visual dos outros personagens são completamente básicos e sem nenhuma identidade (novamente, eles forçam apenas o mínimo na inventividade).
A trilha sonora é pouco pulsante e em nada agrega às cenas, cumprindo apenas o papel de existir. O único acerto é a opening que é chamativa e apresenta um clima bem convidativo. No entanto, todas as demais cenas apresentam uma trilha indiferente.
Veredito
Embora pareça ser um bom clichê, Konosuba falha em sua proposta de trazer algo de novo ao gênero uma vez que apresenta apenas a camada mais superficial dessa proposta. Para completar, possuí um roteiro fraco e que mais se preocupa em transformar tudo em piada do que realmente tentar sair dos padrões do gênero. Em suma, é um anime legalzinho de se assistir, no entanto, é bobo, trivial e completamente esquecível.
Roteiro: 4
Direção: 5
Animação: 6
Trilha sonora: 5
Nota final: 4
Elenco principal da obra. Embora o roteiro tente, não vai muito além de uma ou duas características peculiares e acaba amargurando o quarteto nos clichês do gênero.
submitted by epilef_backwards to u/epilef_backwards [link] [comments]


2020.06.03 01:25 epilef_backwards Sobre Boku no hero e shounens.

Um objetivo sem planos é chamado de delírio.
Um dos desafios ao revisar um shounen é entender até que ponto podemos relevar certas coisas tendo em mente que o anime foi feito apenas para vender. A história é bem óbvia: os shounens explodiram na época de 90 com Naruto, DBZ, CDZ, bleach, entre outros, fato que fez que muitos outros shounens começassem a serem lançados seguindo os princípios dos que estavam em alta. Isso significa que, embora os primeiros shounens famosos já usassem clichês, tais clichês ainda não eram clichês no mundo dos animes porque não haviam tantos animes que o usassem. Em outras palavras, é por causa do sucesso estrondoso desses shounens que boa parte dos seus sucessores utilizaram as suas principais características (personagens piadistas, tramas simples porém que podem ser prolongadas por tempo quase indeterminado, personagens secundários aparecendo basicamente todo episódio e todos os demais clichês do gênero). E isso fala muito sobre o problema geral desse tipo de anime: essencialmente, 90% deles possuem os mesmos elementos narrativos e se diferenciam apenas pela maneira como eles desenvolve (ou não) esses elementos. É claro que existem elementos básicos para o anime ser considerado do gênero, porém obviamente não são desses que eu falo. Existe a possibilidade de fazer um shounen sem se importar apenas com combates (usando poderes mágicos ou nao) escatológicas (dicas pessoais: fullmetal alchemist brotherhood, Hunter x Hunter, Noragami e Haikyuu!!). É claro que nem todo anime de shounen vai ser um transformers em versão de anime, no entanto, ninguém se refere a shounen como sendo no sentido de "ser feito para adolescentes". Ao menos neste texto esse sentido real não será utilizado.
E falando sobre shounens, o texto que está sendo escrito irá comentar sobre um dos mais famosos dos últimos 10 anos: Boku no hero academia. Bem como os demais textos, vou trazer uma visão unicamente crítica sobre o show, ou seja, o valor de entretenimento em nada conta para esse review. Vamos lá.
Bem como quase todos os shounens existentes, BNHA apresenta problemas narrativos. A premissa é a mais simples possível: pessoas começaram a nascer com poder do nada e, nos dias atuais, quase todos apresentam poderes. Quase todos, claro, excluindo o protagonista, o qual mais do que qualquer um sonha em ser um herói (mesmo que sem poderes). Essa trama não é de nenhuma maneira inovadora ou brilhante, contudo, cumpre com o papel com o "potencial para infinitos episódios" que eu mencionei acima. Tampouco não somente o anime não inova de maneira nenhuma no que a trama como ele não inova no uso dessa trama. Simplesmente temos o personagem mais clichê possível com o desenvolvimento mais clichê possível dentro da trama mais clichê possível. É importante ressaltar, antes de ir mais a fundo no show, que sim, eu sei que a primeira temporada é mais lenta e com menos clímax do que as demais porque os produtores pensaram em continuar a obra, porém isso não serve como desculpa para nada. Um anime com previsão de ter uma segunda temporada é diferente de um anime separado em 2 cours. É claro que eu não analiso somente a primeira parte de Asterisk war, porque justamente a história foi separada em dois apenas para condizer com o tamanho padrão dos animes. No caso de BNHA, as temporadas são independentes e, portanto, podem ser analisadas de maneiras individuais. E sendo bem sincero, nem considerando que ele foi dividido em dois eu consigo ajudar muito esse show.
Contudo, o início do anime engana bem o espectador. Por alguns episódios eu realmente acreditei que poderia presenciar um shounen mais focado no significado de ser um herói ao invés de um plot completamente rushado, sem graça e, novamente (sim, eu vou repetir muito essa palavra), clichê. Essa animação minha, por assim dizer, veio por duas principais razões: o bom trabalho de criar um laço entre o espectador e o personagem principal e o potencial de unir a ideia de "o quê significa ser um herói" com o fato de o All Might apresentar esse tipo de pensamento.
O primeiro ponto foi o melhor trabalho da obra. Rapidamente somos ambientados à vida de Midoriya e o seu sonho de ser um herói. A direção faz um trabalho sagaz no uso constante de flashbacks ao invés das exposições baratas comuns do gênero. Mesmo que seja um passado comum a esse tipo de personagem, compramos os sentimentos do Midoriya como sendo os nossos e isso faz que, mesmo no primeiro episódio, já torcemos pelo personagem. Contudo, essa empolgação acabou com o "treino" dele, mas já irei falar sobre esse "treinamento".
O segundo ponto foi algo completamente desperdiçado pela obra (ao menos na primeira temporada). Isso porque a filosofia do "ser um herói" é o que mais apresenta potencial nesse tipo de show, e isso poderia ser muito bem trabalho pela visão do All Might ao longo do treinamento do personagem principal, sobretudo porque ele mesmo aparenta ter uma visão diferenciada sobre o que significa ser um herói. Infelizmente, o anime não aproveita esse potencial e corre às cenas clichês de escolas de heróis e o usual rush no plot.
Lembram do treinamento? Eu costumo pensar que a qualidade de um shounen é definida na atenção dada ao treinamento do personagem principal (ou ao que quer que seja que desenvolve e aprimora os poderes do personagem principal). Se o anime utiliza o treinamento só como formar de fazer piadinhas e tiradas do protagonista tendo problemas no treino e esquece do que realmente significa um treino para um herói, existem consideráveis chances do anime só permanecer no básico do básico do gênero. Isso porque a maneira como o roteiro lida com o desenvolvimento do personagem mostra muito da maturidade (ou falta dela) do roteiro. Em outras palavras: se o roteiro não se importou com a parte mais rica e com maior potencial de desenvolvimento, ao menos inicial, do personagem, muito provavelmente ele não vai se importar com esses fatores no resto do show. E é exatamente isso que acontece em BNHA. O treino do Midoriya é utilizado para dois principais fatores narrativamente falando: para ele conseguir chegar em um ponto no qual ao menos possa utilizar parte dos poderes do All Might e para nós, espectadores, criarmos um vínculo com o personagem, já que o mesmo está se esforçando e se provando a cada dia. O problema é que é impossível haver uma seriedade e uma ligação entre nós e o personagem se o roteiro e a direção colocam uma piadinha a cada 15 segundos e, inclusive, em cenas importantes do ponto de vista da formação da conexão entre nós e o Midoriya. Além disso, essas piadinhas completamente desnecessárias desmoralizam o personagem e nos fazem pensar mais que ele é apenas um chorão do que alguém que passou por um treino intenso durante 10 meses. E você, leitor, sabe o motivo? O motivo é o principal problema envolvendo a evolução dos personagens em shounens: eles só desenvolvem músculos e habilidades. Quero dizer com isso é que não existe apenas transformação física. Um treino pesado e focado cujo objetivo é alcançar o seu sonho como o praticado pelo protagonista NECESSARIAMENTE altera a sua maneira de pensar, a sua maneira de agir e quem ele realmente é. Isso se chama ser humano, isso se chama ser um bom personagem. No entanto, o que acontece em 98% dos casos é que o protagonista passa por um treino intenso e que envolve N emoções e ele não muda em nada, ele continua como sendo alguém que ao olhar para o primeiro monstro fica como um covarde. Ora, o maior desafio da vida dele ele já enfrentou. Como pode o mesmo personagem que retirou motivações de canto nenhum, que lutou meses/anos em um treino sobre-humano, que teve que encarar suas frustrações e seus medos de frente continua sendo uma completa criança? No caso de BNHA, Midoriya é treinado pelo maior super herói de todos os tempos, o qual mais é usado pelo roteiro como Deus Ex-Machina ambulante e como fonte de piadinhas completamente estúpidas e irritantes, e em nada apresenta uma mudança de pensamento, atitude e em sei psic. Isso acaba com os dois pontos positivos citados sobre o início da obra. Se, em primeiro plano, isso problematiza a relação entre nós e o protagonista ao não humanizá-lo, em segundo plano temos que o potencial do All Might trazer uma filosofia diferenciada sobre um herói é apagada porque o maior herói da história é uma criança. Porém, o treinamento do protagonista é só a parte superior de um iceberg.
Logo após o treinamento dele acabar, temos o teste de admissão da principal academia de heróis e os acontecimentos dentro da academia. É claro que as situações que levam o protagonista a conhecer seus amigos são as mais clichês possíveis (sim, tem aquilo do protagonista tropeçar e conhecer a menina. A única diferença é que ao menos tiveram a sensibilidade de não colocar ele caindo em cima de uma parte íntima dela) e existem centenas de convenções que me fazem parecer que alguém escreveu a história do Midoriya foi escrita para ser vend...oh, wait...
De qualquer modo, o anime segue o típico passo de um anime de escola mágica com os testes, acontecimentos aleatórios planejados pelos vilões e cenas do protagonista e os demais personagens da obra. Falando em personagens, não há nenhum tipo de inovação na personalidade e na profundidade dos personagens. Em fato, retirando o Midoriya e, entre MUITAS aspas, o seu rival Bakugou, os demais personagens são os mais planificados e simplórios imagináveis. No entanto, o roteiro apresenta um ímpeto inexplicável de tentar dar importância a todos os demais estudantes da classe do protagonista, fato que impede que possamos ter tempo para os personagens que realmente são importantes para a trama. Sendo bem sincero, depois dos primeiros dois episódios, o que o show apresenta consiste exatamente em: 2 episódios do treinamento desperdiçado e a entrada do Midoriya na academia + 5 episódios de absolutamente nada, nenhum desenvolvimento de personagem, nenhum aumento de tensão da trama com a inserção de qualquer perigo e muito menos qualquer tipo de discussão mais profunda sobre o "ser um herói" + 3 episódios de um vilão completamente sem graça, não ameaçador e uma luta na qual o All Might ganha na base do grito. É, é literalmente isso o máximo que o roteiro conseguiu fazer. O único ponto de desenvolvimento de personagem foi o Midoriya deixando de ser um completo chorão de um momento para o outro porque o roteiro precisava que ele fosse minimamente corajoso para enfrentar a Liga dos Vilões nos últimos episódios.
Comentando sobre esses últimos 3 episódios, eles falam muito sobre a obra e sobre os shounens no geral. O plot desse anime é completamente ridículo e consiste no pior problema do show. Perceba que, até o episódio 10, o anime progrediu um pouco em termos de trama e, embora tenha sacrificado o ímpeto dos primeiros dois/três episódios, conseguiu manter um clima convidativo e clássico dos shounens. Até aí, era apenas mais um shounen comum. No entanto, mesmo os shounens mais descuidados e de baixa qualidade conseguem preparar minimamente o seu plot e se utilizam de vilões minimamente desafiadores. O que tivemos em BNHA foi uma ausência da preparação do desafio da série e a sua repentina aparição como algo que promete que vai dar trabalho, porém, quando vamos ver, já apanhou feito cachorro de rua. Isso porque o roteiro "apresenta" o "vilão" da temporada da maneira mais patética imaginável. Quer dizer então que a melhor escola de heróis do país permite que um indivíduo exploda o portão dela, permita a entrada de dezenas de pessoas da mídia e o diretor do colégio termina o último episódio com um rostinho feliz dizendo que todo mundo fez um bom trabalho? Ou então que literalmente um cara coberto de mãos/uma criatura gigantesca com o cérebro para fora/quem quer que seja que tenha destruído a porcaria do portão não foi em nenhum momento questionado pela própria mídia? Ou então que literalmente o mesmo cara que destrói o portão consegue tantas informações sobre o colégio que sabe a hora exata em que sua vítima vai estar em certo local e não há nenhum tipo de suspeita de espionagem ou de conspiração contra a instituição? Que tipo de maior escola de heróis é essa que sequer se preocupa com a sua segurança e permite bandidos entrarem nela sem nenhum tipo de resistência? Mas relaxe, tem coisas piores que essa. Uma delas é a cafonice do vilão. Sem nenhum tipo de profundidade ou motivação real, ele só não é comparável com os seus capangas porque esses lembram aqueles que eram presentes nas animações americanas da década de 60 e só servem de saco de pancada para adolescentes com os poderes mais aleatórios e inúteis imagináveis (sério que trocentos vilões perderam para uma garota que tem um plugin no calcanhar e outra que cria uns pedaços de ferro do nada? Me poupe...uma coisa são os vilões perderem para o garoto do gelo, outra completamente diferente é uma cacetada de vilões que fazem parte de uma Liga de Vilões perderem para um moleque de 15/16 anos que tem um rabo de pelúcia...). Na realidade, eu sequer sei o motivo de estar falando sobre profundidade e motivação dos vilões quando o anime nem nos apresenta devidamente quem eles realmente são. Há o narrador dizendo os aspectos mais básicos possíveis dele e ponto, isso é tudo que sabemos dos vilões da primeira temporada.
Porém, se os vilões patetas já eram um problema, o anime consegue selar o seu plot como algo completamente abominável ao utilizar todos os possíveis e imagináveis clichês envolvendo um herói vs alguém mais forte que ele. É exatamente isso que você pensou: o herói do dia (que, ao menos, o roteiro teve o mínimo bom senso de não colocar como sendo o Midoriya) ganha força do nada e transcende a natureza humana para derrotar um adversário muito mais forte que ele, algo que, definitivamente, não foi feito já em outros 10 mil casos de animes shounens e que com certeza não se configura como um claro momento de falta de criatividade do roteiro. E o pior: diferentemente de Kimetsu No Yaiba, aqui apenas a música salva. Na realidade, eu devo dizer que 80% do meu envolvimento emocional nas partes mais "épicas" do anime se deu pela You Say Run. Essa música é simplesmente muito boa e ela literalmente carrega o plot pateta do anime nas costas.
Veredito
BNHA é mais um dentre os milhares de shounens que mais fazem coisas erradas do que acertam. O que mais me deixa chateado nessa caso é que, ao contrário da maioria dos animes de escolas, BNHA consegue fazer o espectador entrar na história do protagonista, o que deveria ser o ponto de ignição para um anime de ação diferenciado dos demais. Infelizmente, após os primeiros 50 minutos dentro da história, o show caí em todos os clichês de gênero imagináveis e termina com um plot completamente patético, previsível e sem nenhum tipo de conexão à trama e às discussões que o anime poderia ter trazido.
Se você é uma pessoa que gosta de shounens, não há nenhum motivo para você não assistir BNHA; pelo contrário, BNHA é exatamente tudo aquilo que pessoas que gostam de shounens querem ver: personagens engraçadinhos, músicas boas, uma filosofia de fundo que aparenta ser profunda e porradaria. No entanto, se você, assim como eu, se encontra um pouco saturado de shounens, não perca seu tempo assistindo Boku no hero academia, pois ele é exatamente o motivo de tal saturação.
Notas individuais
-Roteiro: 3
-Direção: 4
-Animação: 7
-Trilha sonora: 8
Nota final: 4,5.
Review escrita dia 2 de junho de 2020.
submitted by epilef_backwards to u/epilef_backwards [link] [comments]


2020.05.22 21:15 epilef_backwards Nem tudo que reluz é ouro Uma review de Kimetsu No Yaiba.

Nem tudo que reluz é ouro Uma review de Kimetsu No Yaiba.

De tempos em tempos, são lançados animes que dividem a opinião da comunidade ao serem considerados, por uma parte dela, o melhor anime que já viram em suas vidas e, por outra parte, uma das piores aberrações audiovisuais já feitas.
No caso de Kimetsu No Yaiba: Demon Slayer, uma boa parte da comunidade do mundo dos animes acredita ter visto um anime lifechanging e mindblowing, enquanto, outra, acredita ter visto apenas mais um shounen com uma animação acima da média e uma boa trilha sonora. Nessa review, portanto, colocarei um meio termo entre esses dois extremos. Farei isso em honra ao próprio show, pois é exatamente isso que ele é: um meio termo entre uma das melhores produções visuais já feitas com lutas que irão fazer você se sentir dentro do anime e uma escrita pobre em todos os aspectos imagináveis.
Diferentemente das outras duas reviews, aqui cabe dividir o texto em duas grandes partes: roteiro + direção e animação + trilha sonora. O primeiro motivo é porque isso simplifica a estruturação das ideias e, como eu já comentei, faz mais sentido com o espectro do anime, uma vez que podemos, de fato, dividir ele em duas partes: uma parte com uma qualidade extrema e outra...como a outra. A parte roteiro + direção tem peso 1,5 e a animação + trilha sonora 0,5 por motivos óbvios: bons visuais e uma boa sonoridade não escondem uma péssima escrita e uma péssima direção, porém, o contrário é válido. Vamos lá
Roteiro e direção (ou como estragar uma animação que poderia ser uma das melhores da sua geração).
Quais são as características de um bom roteiro? Existem várias respostas, no entanto, uma que, talvez, passe rapidamente pela cabeça da maioria das pessoas é: a coesão (sintaxe) entre os elementos das história. Mesmo sendo uma resposta válida, ela nos leva a outra pergunta: quais são esses elementos da história?
Uma história é composta por diversos setores. Tais setores servem como núcleos, ou seja, partes grandes da história que existem para facilitar o trabalho de quem escreve. É o mesmo pensamento usado para, por exemplo, um processador de uma máquina. Dividir as operações em diversas partes faz que seja mais fácil lidar com cada uma separadamente, não tendo que lidar com o todo de uma vez, o qual, muitas vezes, poderia ser uma ação inviável pela própria natureza do 'todo'. Com um roteiro, temos que ele será divido em diversos núcleos, ou seja, partes dele que serão trabalhadas de modo. Essa divisão, como já dito, ajuda na organização do escritor. Por exemplo, temos o núcleo dos personagens, das relações entre os personagens, das subtramas, da trama, etc. No entanto, a maioria esmagadora das obras negligencia ou abusa de certos núcleos em detrimento de outros, fazendo que a obra pareça estar desequilibrada e incompleta. Por quê? Tudo depende de dois principais fatores: habilidade do roteirista e finalidade do roteiro. É claro que ainda existem histórias que baseiam animes feitas pela arte da escrita, no entanto, elas representam menos que 1% das histórias feitas, por pelo menos, na última década. A gigantesca maioria das histórias que são criadas para servirem como bases para animações, light novels e mangás têm, como sólido objetivo, vender essas mesmas animações, light novels e os mangás. Muito disso acontece pela pressão sobre os roteiristas japoneses e sobre a política cultural de escrita dos mesmos. Isso significa que 98% dos roteiros de animes vão apresentar estruturas, batidas de roteiro, maneirismos de roteiro, entre outros mecanismos, exatamente iguais, pois é isso que vende, é isso que faz ele conseguir, por exemplo, renome para pensar em lançar uma versão animada da sua história. Mas qual a relação dessa cultura do sucesso a todo custo com Kimetsu No Yaiba? Antes de falar isso, tenho que dar um panorama sobre quem produziu esse anime.
KNY (para facilitar a escrita) foi iniciado por um cartunista relativamente famoso do Japão chamado Koyoharu Gotōge, o qual não havia, antes de KNY, produzido quaisquer outras séries de mangás, apenas oneshots de qualidade mediana e sem grandes destaques no mundo dos mangás. Mesmo com KNY, o autor não fez um sucesso imediato com a história. Ela começou a demonstrar bons resultados apenas em 2018, e só foi decolar em 2019. Para termos uma melhor noção, havia cerca de 3,5 milhões de cópias em fevereiro de 2019; em setembro, havia 10 milhões. Em apenas alguns meses, o anime quase que triplicou o seu número de vendas ao redor do globo. Sendo mais exato, o anime causou um estrondo no mundo após o Ovo de Ouro da série: o episódio 19. Eu vou voltar nele mais para frente porque ele representa muito sobre o que KNY é. Continuando. O anime de KNY fez um sucesso muito grande no Japão e, posteriormente, explodiu no mundo todo. Isso fez que os produtores sacassem que todos estavam gostando do que estavam vendo, portanto, não haveria necessidade de alterar a fórmula do anime, fórmula essa que se baseia em garantir que até mesmo o mais desatencioso espectador entenda exatamente o que está acontecendo e seja presenteado com um anime muito vistoso e com belas canções. No entanto, para uma crítica, nem só disso vive um anime. Desse modo, antes de iniciar os pontos principais da crítica, sim, eu sei que KNY manteve muitos erros ou cometeu muitos erros porque o seu papel era vender blu-ray, mangá e light novel, no entanto, eu não posso perdoar esses defeitos sob essa mesma desculpa, ou seja, que tais erros aconteceram porque o anime bombou e os produtores ficaram receosos em mudar a fórmula porque, em fato, sequer fazia sentido algo assim, já que estava tudo dando muito certo financeiramente. Dito isso, vamos, finalmente, à análise da obra em si.
Começando pelo roteiro, temos, nele, os piores problemas do show. A começar pela sua trama simplista. Embora eu concorde com a frase "simplicidade é a sofisticação máxima", proferida pelo gênio Da Vinci, não gosto do jeito que ela normalmente é usada e tampouco acho que ela se aplique a Kimetsu No Yaiba. Primeiro, devemos usar este tipo de frase com cuidado, uma vez que precisamos analisar o contexto no qual ela será aplicada. No caso do show em questão, o problema não se dá porque temos uma trama simples (no caso, o protagonista tentando transformar sua irmã em uma humana), mas sim porque ela não explora essa trama em quase nenhum nível. Na verdade, essa trama sequer é tocada durante boa parte do anime. Isso se dá porque a trama, já episódica, prefere focar em missões que não avançam a trama e só servem como desculpa para embutir mais lutas no anime. Percebam como do episódio 11 em diante, ou seja, depois que ele se distancia da suposta médica que pode conseguir a cura para a transformação em um oni, o anime sequer aborda esse tema, focando os próximos 10 episódios em uma única missão cujo único aproveitamento para um desenvolvimento dos personagens ou do trama é o desenvolvimento do personagem de cabelo laranja. Novamente, o problema não está em ser uma trama simples, mas, sim, em ser uma trama muito mal trabalhada. Na realidade, ela sequer é trabalha, pois, literalmente, chega em um ponto que a animação esquece dela por completo para focar em exposição barata, "desenvolvimento" (com muitas aspas, temos menos que um semi-arco de desenvolvimento nos únicos dois que apresentam QUALQUER desenvolvimento, pois os demais são deixados de lado), lutas e "questionamentos morais" retirados de um livro de filosofia da 4ª série. No entanto, esse é, talvez, um dos menores problemas envolvendo o roteiro, uma vez que é de praxe animes como esse criarem subtramas em excesso como desculpa para colocarem lutas a cada, pelo menos, 4 episódios.
O roteiro demonstra total inabilidade em criar relações entre os personagens. Para ser sincero, esse roteiro sequer sabe criar e desenvolver personagens, quiçá desenvolver laços entre eles. O tal "laço" verdade falado durante um filler patético do episódio 11 ao 21 aparentemente só ficou na filosofia da animação, porque o roteiro não sabe nada sobre esse assunto uma vez que não consegue estabelecer uma relação orgânica entre os personagens (nem mesmo entre Tanjiro e sua irmã). Para começar, o início do show é extremamente rushado, diversas partes da ambientação, preparação do plot, treinamento do personagem principal, caracterização dos personagens e estabelecimento das suas relações são feitos de maneira rápida, apressada e sem nenhum tipo de cuidado apenas para o anime poder embarcar nas missões (as quais, óbvio, somente servem para termos batalhas quase todos os episódios e não pararmos para perceber o quão patético é o roteiro). Isso faz que não haja tempo suficiente para entendermos as motivações do personagem principal e a sua relação, a qual é vendida como sendo algo quase que inabalável, com a sua irmã. Na realidade, sequer temos tempo de saber QUAIS são os personagens do anime e já somos entregues a uma carnificina que inicia tudo. Empilhar corpos 2d e manchar as paredes de sangue não impacta se sequer sabemos quem são as pessoas empilhadas/mortas. Se sequer tivemos tempo para entender a relação dessas pessoas com o personagem principal. Se sequer o próprio personagem principal faz uma reflexão e introspecção pelo fato da sua família, talvez, ter sido obliterada por um demônio e sua irmã ter se transformada em um oni. Não há nada, absolutamente nenhum momento do Tanjiro parando para pensar sobre isso (tirando, claro, quando ele precisa vencer na base do grito ou com base em motivações que são colocadas NO MOMENTO EXATO QUE ELE PRECISA DELAS. Sim, esse anime tem cenas em que o personagem tira força de qualquer canto com base em flashbacks que só são colocados porque o roteiro não poderia fazer ele dar um grito e vencer o oponente porque isso é motivo de chacota na comunidade). É claro que ter sua família assassinada e sua irmã transformada em um demônio são fatos motivadores, porém eles precisam ser IMPACTANTES para ambos os personagens: os 2d e os espectadores. Não há absolutamente nenhum impacto no acontecimento do primeiro episódio porque não temos nenhum laço com aqueles personagens, o que fica pior porque nem o próprio personagem principal parece ter se importado tanto com a sua família, já que o mesmo simplesmente sepulta eles e segue em sua jornada como se nada tivesse acontecido.
submitted by epilef_backwards to u/epilef_backwards [link] [comments]


2020.05.21 17:37 meteotsunami New life for an old scope

I've had an old Vixen spec 127mm f/6.8 (I think) achromat refractor since about 2002. I've never really used it much, mostly because it was so under-mounted. It came with a Synta EQ-2 EQ mount and aluminum tripod. Touch the focuser and wait 10 seconds while the whole system oscillates. Turn a slow-motion control knob on the Dec/RA axis and wait 10 seconds while the whole thing finishes vibrating. So it sat...just an attractive cool looking decoration in the living room.
Recently purchased a Celestron AVX mount, and wow. What a revolution! Alignment with the CPWI software is simple and accurate, especially when you complete the ASPA polar alignment step. The mount is absolutely rock steady, focusing, slewing, all vibration free and that includes having the tripod legs about 90% fully extended. 127mm f/6 is a long-ass refractor, so unless you want to sit on the ground you need a tall mount.
Also, recently purchased a Nexstar 8SE and it of course fits on the mount and is super steady as well...it weighs less than the refractor and whole lot more compact so no surprise there. Long story endless, it's absolutely crucial to have a good mount. It takes a telescope that you don't even want to think about, to one that you call your favorite.
submitted by meteotsunami to telescopes [link] [comments]


2020.05.11 20:31 avelar1337 Botnets do Twitter

Bom/boa dia (tarde? noite?).
Esse é um tema meio polêmico que vem se desenrolando nos últimos anos, em especial desde as eleições, com algumas acusações a respeito do uso de robôs para impulsionamento de posts em redes sociais por parte de políticos. Não quero que esse post aqui se transforme em discussão política, acontece que me interessei por esse tema recentemente e gostaria de discutir a respeito.
Minha dúvida é a seguinte: qual a possibilidade de que essas redes de robôs realmente existam?
Nas pesquisas que tenho feito, incluindo aí uma tentativa de criar perfis fakes no Twitter, percebi que a coisa não é tão simples assim pelo fato de que o Twitter (e o Facebook também) tem fechado o cerco contra perfis falsos e implementado a obrigatoriedade de informar o número de celular. Digo isso porque a necessidade de um número de celular já barra quem não tem um conhecimento tão aprofundado de criar perfis falsos. Diante da situação, a primeira coisa que tentei na minha experiência foi utilizar serviços de recebimento de SMS online na tentativa de burlar o sistema, não funcionou por dois motivos:
1 - As redes sociais já conhecem essa tática há tempos e criaram uma blacklist com os números desses serviços;
2 - Muita gente já tentou isso e os números já estão atrelados a outras contas.
Então tentei uma abordagem diferente, decidi comprar um número de celular estrangeiro, mais precisamente do Canadá. Descobri que esses números custam pouco, apenas um dólar. Esse preço baixo seria ideal para que múltiplas contas falsas fossem criadas, viabilizando a implementação de uma botnet. Porém, percebi que o único número que comprei está na blacklist do Twitter, Facebook e Google. É esperado que demais números comprados no mesmo fornecedor também estejam bloqueados.
Dito isto, concluo que não é simples criar as contas sem um número de celular 'legítimo'. 'Legítimo' com todas as aspas possíveis, porque algo que ainda não explorei foi a criação de linhas de celular fraudadas. Como todos devem saber, as linhas de telefonia celular aqui no Brasil devem ser cadastradas em nome de um titular antes de serem utilizadas. Aqui está uma coisa que não sei: se eu pegar o CPF de outra pessoa, consigo registrar uma linha? (Eu não vou tentar isso, pelo amor de Deus, só estou levantando a hipótese). Existe algum tipo de confirmação de titularidade por parte das operadoras? Se sim, seria possível que alguém comprasse um número grande de chips e cadastrasse eles em números de CPF de pessoas que não devem nem saber o que ocorre. Aqui pode ser levantada outra pergunta também: a operadora não perceberia várias linhas sendo ativadas sempre nos mesmos aparelhos?
submitted by avelar1337 to fabricadenoobs [link] [comments]


2020.03.25 01:41 Sen-de-Giros How to download videos from Globosat Play that you already have access to [En/Pt]

[Versão em português mais embaixo]
Reposting because first try got autoremoved.
Context: Globosat Play is the streaming service of Brazil’s largest cable TV network, spanning over 30 pay-TV channels as of 2020. While most videos stay locked behind a hard paywall, visible only to those who subscribe to a cable provider that has the video’s channel unlocked, some videos are freely viewable by everyone. From time to time, some apparently random episodes of TV shows are made free to view while some others that were free to view go back behind the paywall. Today, the time came when I first had to download a video from there for offline referencing, and that’s when I found out that, apparently, there are no tools available for downloading Globosat Play videos – even JDownloader doesn’t help. With a little bit of tinkering, I crafted a simple downloader script. It’s very simple, really, and anybody with a basic understanding of Batch and HTTP could come up with it by themself. It is made for Windows, yet adapting it to *nix is trivial. Without further ado, here’s a tutorial to make it work.
First, head to the video page and hit Ctrl+Shift+I to bring up the developer tools. With the video playing, click the Network tab. You’ll immediately notice the rapid influx of new lines in the panel, with the connection times forming what truly appears like a waterfall (it is indeed labeled Waterfall in Chromium); that is because Globosat’s naïve form of DRM consists of chopping up videos into tiny five-second snippets and playing them seamlessly. Right-click one of those lines (be sure it’s a .ts file), point to Copy and click Copy URL (or Copy link address in Chromium); paste that on notepad. Then, left-click the same line; on the pane that appears, click the Headers tab. Here, Firefox and Chromium users split up:
Now, head to this site and download the latest version of aria2. Extract the file aria2c.exe into a new folder. Fire up another instance of notepad and paste the following code into it:
@ECHO OFF SET /A Part=1 >nul :LOOP aria2c --header="[FIRST FIELD]" "[SECOND FIELD]" SET /A Part=%Part%+1 >nul GOTO LOOP 
Go to the notepad window where you pasted the link and cookie, hit Ctrl+H and substitute all instances of " (double quote) with \" (backslash double quote). Put the Cookie: line where I wrote [FIRST FIELD] (the word "Cookie: included) and the link in the place of [SECOND FIELD]. Delete the very last number on the link you pasted (between the last - and the .ts) and write %Part% in its place. Save it as a .cmd file on the same folder you extracted aria2c to. Open the Command Prompt, cd to the folder (google it if you don’t know what that is) and run the .cmd. Then, let the script take its sweet time. After hundreds of iterations, the screen will start scrolling fastly, returning errors: it means there are no more parts to download. Press Ctrl+C to stop the script and answer Y.
At this point, you’ll have hundreds of numbered five-second videos. Now, I must say that there must be a more practical way to merge them all into one sweet little file – do post a comment if you know it –, but this is how I managed to do it. Create three folders: in the first, put the nine videos whose filename ends with a single-digit number; in the second, put all that end with a double-digit number; finally, in the third, put all that end with a three-digit number. On the Command Prompt, cd to the first folder and run the following command:
COPY /B *.ts 1.ts 
Do the same thing with the other two folders, but substituting the last part with 2.ts and 3.ts, respectively. Then, move the newly created 1.ts, 2.ts and 3.ts files to the aria2c folder, cd back there and run a final command:
COPY /B *.ts video.ts 
The output, video.ts, will be the full video. You may now delete all other .ts files.
The reason you have to separate the partial videos by number of digits is that, under the hood, OS/2 Windows sorts files alphabetically instead of numerically: if you ran COPY /B one single time with all .ts files in the same folder, the videos would be stitched out of order – first would be part 1, then parts 10–19, then 100–199, then part 2 etc.
I’m sorry if this tutorial turned out to be confusing, I swear I tried my best to convey the process through words. I didn’t include screencaps because I’m way too scared of accidentally forgetting to obscure identifiable parts of my cookie.
Primeiro, vá para a página do vídeo que quer baixar e pressione Ctrl+Shift+I para abrir as ferramentas de desenvolvedor do navegador. Com o vídeo tocando, clique na aba Network. Você notará que várias linhas aparecerão rapidamente, sem parar, no fim da lista, com os tempos de latência formando o que realmente parece uma cachoeira (no Chromium, com efeito, aparecem sob uma coluna chamada Waterfall); isso acontece por causa do DRM inocente da Globo, que consiste em literalmente retalhar os vídeos em arquivos de cinco segundos e tocá-los em sequência como se fossem um. Clique uma das linhas que surgem com o botão direito (certifique-se que ela aponta para um arquivo .ts), aponte para Copy e clique em Copy URL (ou Copy link address no Chromium); abra o bloco de notas e cole. Então, clique a mesma linha com o botão esquerdo; no painel que aparecer, clique na aba Headers. Então…
  • …se você usa o Firefox, clique em Raw headers. Copie todo o conteúdo da caixa de texto da esquerda e cole no bloco de notas. Apague tudo o que colou, menos a linha que começa com Cookie:. É uma linha bem comprida que ocupa umas treze linhas na tela se você usa quebra automática de linha, se é que isso faz sentido.
  • …se você usa o Chromium, desça até achar Request headers. Dê um clique triplo no campo que começa com Cookie:, copie e cole no bloco de notas.
Vá para este site e baixe a última versão do aria2. Extraia o arquivo aria2c.exe para uma nova pasta. Abra outra janela do bloco de notas e cole o código a seguir:
@ECHO OFF SET /A Part=1 >nul :LOOP aria2c --header="[PRIMEIRO CAMPO]" "[SEGUNDO CAMPO]" SET /A Part=%Part%+1 >nul GOTO LOOP 
Vá para a janela do bloco de notas onde você colou o link e o cookie, dê um Ctrl+H e substitua todas as instâncias de " (aspas) por \" (barra ao contrário seguida de aspas). Coloque a linha que começa com Cookie:, incluindo a palavra Cookie:, no lugar do [PRIMEIRO CAMPO], e o link no lugar do [SEGUNDO CAMPO]. Delete o último número no link que você colou (entre o último hífen e o .ts) e escreva %Part% no lugar. Salve como um arquivo .cmd na mesma pasta que extraiu o aria2c. Abra o Prompt de Comando, dê um cd pra pasta (dá um google se você não sabe o que é isso) e execute o arquivo .cmd por lá. Agora, senta e relaxa enquanto o programa roda; vai demorar um pouco… Depois de centenas de iterações, a tela vai começar a rolar rápido, aparecendo um monte de erros repetidamente: significa que não há mais partes para baixar. Pressione Ctrl+C para parar o script e responda S.
A esse ponto, você vai ter centenas de vídeos numerados de cinco segundos de duração. Neste momento, devo dizer que deve ter um meio mais prático de juntar todos em um só arquivo – e me fale se souber de um método melhor –, mas é assim que eu consegui fazer. Crie três pastas: na primeira, ponha os nove vídeos cujo nome termina com um número de um dígito; na segunda, ponha todos que terminam com um número de dois dígitos; finalmente, na terceira, ponha todos os que terminam com um de três dígitos. No Prompt de Comando, dê um cd pra primeira pasta e execute o seguinte comando:
COPY /B *.ts 1.ts 
Faça o mesmo com as outras duas pastas, substituindo a última parte respectivamente por 2.ts e 3.ts. Por fim, mova os arquivos recém-criados 1.ts, 2.ts e 3.ts pra pasta do aria2c, dê um cd pra lá e rode o último comando:
COPY /B *.ts video.ts 
O arquivo resultante, video.ts, vai ser o vídeo inteiro. Você pode (deve) deletar todos os outros arquivos .ts.
O motivo de separar os vídeos parciais pelo número de dígitos é que, por trás dos panos, o OS/2 Windows ordena os arquivos por ordem alfabética, e não ordem numérica, ou seja, se você rodasse COPY /B uma só vez com todos os arquivos .ts na mesma pasta, os vídeos seriam ajuntados na ordem errada: primeiro a parte 1, depois as partes 10 a 19, depois 100 a 199, e só depois a parte 2, e por aí vai.
Desculpa se o tutorial ficou confuso, juro que dei o meu melhor pra explicar o processo. Não pus print porque fiquei com medo de esquecer de censurar alguma parte do meu cookie que pudesse me identificar.
submitted by Sen-de-Giros to Piracy [link] [comments]


2020.03.25 01:26 Sen-de-Giros How to download videos from Globosat Play that you already have access to [En/Pt]

[Versão em português mais embaixo]
Context: Globosat Play is the streaming service of Brazil’s largest cable TV network, spanning over 30 pay-TV channels as of 2020. While most videos stay locked behind a hard paywall, visible only to those who subscribe to a cable provider that has the video’s channel unlocked, some videos are freely viewable by everyone. From time to time, some apparently random episodes of TV shows are made free to view while some others that were free to view go back behind the paywall. Today, the time came when I first had to download a video from there for offline referencing, and that’s when I found out that, apparently, there are no tools available for downloading Globosat Play videos – even JDownloader doesn’t help. With a little bit of tinkering, I crafted a simple downloader script. It’s very simple, really, and anybody with a basic understanding of Batch and HTTP could come up with it by themself. It is made for Windows, yet adapting it to *nix is trivial. Without further ado, here’s a tutorial to make it work.
First, head to the video page and hit Ctrl+Shift+I to bring up the developer tools. With the video playing, click the Network tab. You’ll immediately notice the rapid influx of new lines in the panel, with the connection times forming what truly appears like a waterfall (it is indeed labeled Waterfall in Chromium); that is because Globosat’s naïve form of DRM consists of chopping up videos into tiny five-second snippets and playing them seamlessly. Right-click one of those lines (be sure it’s a .ts file), point to Copy and click Copy URL (or Copy link address in Chromium); paste that on notepad. Then, left-click the same line; on the pane that appears, click the Headers tab. Here, Firefox and Chromium users split up:
Now, head to this site and download the latest version of aria2. Extract the file aria2c.exe into a new folder. Fire up another instance of notepad and paste the following code into it:
@ECHO OFF SET /A Part=1 >nul :LOOP aria2c --header="[FIRST FIELD]" "[SECOND FIELD]" SET /A Part=%Part%+1 >nul GOTO LOOP 
Go to the notepad window where you pasted the link and cookie, hit Ctrl+H and substitute all instances of " (double quote) with \" (backslash double quote). Put the Cookie: line where I wrote [FIRST FIELD] (the word "Cookie: included) and the link in the place of [SECOND FIELD]. Delete the very last number on the link you pasted (between the last - and the .ts) and write %Part% in its place. Save it as a .cmd file on the same folder you extracted aria2c to. Open the Command Prompt, cd to the folder (google it if you don’t know what that is) and run the .cmd. Then, let the script take its sweet time. After hundreds of iterations, the screen will start scrolling fastly, returning errors: it means there are no more parts to download. Press Ctrl+C to stop the script and answer Y.
At this point, you’ll have hundreds of numbered five-second videos. Now, I must say that there must be a more practical way to merge them all into one sweet little file – do post a comment if you know it –, but this is how I managed to do it. Create three folders: in the first, put the nine videos whose filename ends with a single-digit number; in the second, put all that end with a double-digit number; finally, in the third, put all that end with a three-digit number. On the Command Prompt, cd to the first folder and run the following command:
COPY /B *.ts 1.ts 
Do the same thing with the other two folders, but substituting the last part with 2.ts and 3.ts, respectively. Then, move the newly created 1.ts, 2.ts and 3.ts files to the aria2c folder, cd back there and run a final command:
COPY /B *.ts video.ts 
The output, video.ts, will be the full video. You may now delete all other .ts files.
The reason you have to separate the partial videos by number of digits is that, under the hood, OS/2 Windows sorts files alphabetically instead of numerically: if you ran COPY /B one single time with all .ts files in the same folder, the videos would be stitched out of order – first would be part 1, then parts 10–19, then 100–199, then part 2 etc.
I’m sorry if this tutorial turned out to be confusing, I swear I tried my best to convey the process through words. I didn’t include screencaps because I’m way too scared of accidentally forgetting to obscure identifiable parts of my cookie.
Primeiro, vá para a página do vídeo que quer baixar e pressione Ctrl+Shift+I para abrir as ferramentas de desenvolvedor do navegador. Com o vídeo tocando, clique na aba Network. Você notará que várias linhas aparecerão rapidamente, sem parar, no fim da lista, com os tempos de latência formando o que realmente parece uma cachoeira (no Chromium, com efeito, aparecem sob uma coluna chamada Waterfall); isso acontece por causa do DRM inocente da Globo, que consiste em literalmente retalhar os vídeos em arquivos de cinco segundos e tocá-los em sequência como se fossem um. Clique uma das linhas que surgem com o botão direito (certifique-se que ela aponta para um arquivo .ts), aponte para Copy e clique em Copy URL (ou Copy link address no Chromium); abra o bloco de notas e cole. Então, clique a mesma linha com o botão esquerdo; no painel que aparecer, clique na aba Headers. Então…
  • …se você usa o Firefox, clique em Raw headers. Copie todo o conteúdo da caixa de texto da esquerda e cole no bloco de notas. Apague tudo o que colou, menos a linha que começa com Cookie:. É uma linha bem comprida que ocupa umas treze linhas na tela se você usa quebra automática de linha, se é que isso faz sentido.
  • …se você usa o Chromium, desça até achar Request headers. Dê um clique triplo no campo que começa com Cookie:, copie e cole no bloco de notas.
Vá para este site e baixe a última versão do aria2. Extraia o arquivo aria2c.exe para uma nova pasta. Abra outra janela do bloco de notas e cole o código a seguir:
@ECHO OFF SET /A Part=1 >nul :LOOP aria2c --header="[PRIMEIRO CAMPO]" "[SEGUNDO CAMPO]" SET /A Part=%Part%+1 >nul GOTO LOOP 
Vá para a janela do bloco de notas onde você colou o link e o cookie, dê um Ctrl+H e substitua todas as instâncias de " (aspas) por \" (barra ao contrário seguida de aspas). Coloque a linha que começa com Cookie:, incluindo a palavra Cookie:, no lugar do [PRIMEIRO CAMPO], e o link no lugar do [SEGUNDO CAMPO]. Delete o último número no link que você colou (entre o último hífen e o .ts) e escreva %Part% no lugar. Salve como um arquivo .cmd na mesma pasta que extraiu o aria2c. Abra o Prompt de Comando, dê um cd pra pasta (dá um google se você não sabe o que é isso) e execute o arquivo .cmd por lá. Agora, senta e relaxa enquanto o programa roda; vai demorar um pouco… Depois de centenas de iterações, a tela vai começar a rolar rápido, aparecendo um monte de erros repetidamente: significa que não há mais partes para baixar. Pressione Ctrl+C para parar o script e responda S.
A esse ponto, você vai ter centenas de vídeos numerados de cinco segundos de duração. Neste momento, devo dizer que deve ter um meio mais prático de juntar todos em um só arquivo – e me fale se souber de um método melhor –, mas é assim que eu consegui fazer. Crie três pastas: na primeira, ponha os nove vídeos cujo nome termina com um número de um dígito; na segunda, ponha todos que terminam com um número de dois dígitos; finalmente, na terceira, ponha todos os que terminam com um de três dígitos. No Prompt de Comando, dê um cd pra primeira pasta e execute o seguinte comando:
COPY /B *.ts 1.ts 
Faça o mesmo com as outras duas pastas, substituindo a última parte respectivamente por 2.ts e 3.ts. Por fim, mova os arquivos recém-criados 1.ts, 2.ts e 3.ts pra pasta do aria2c, dê um cd pra lá e rode o último comando:
COPY /B *.ts video.ts 
O arquivo resultante, video.ts, vai ser o vídeo inteiro. Você pode (deve) deletar todos os outros arquivos .ts.
O motivo de separar os vídeos parciais pelo número de dígitos é que, por trás dos panos, o OS/2 Windows ordena os arquivos por ordem alfabética, e não ordem numérica, ou seja, se você rodasse COPY /B uma só vez com todos os arquivos .ts na mesma pasta, os vídeos seriam ajuntados na ordem errada: primeiro a parte 1, depois as partes 10 a 19, depois 100 a 199, e só depois a parte 2, e por aí vai.
Desculpa se o tutorial ficou confuso, juro que dei o meu melhor pra explicar o processo. Não pus print porque fiquei com medo de esquecer de censurar alguma parte do meu cookie que pudesse me identificar.
submitted by Sen-de-Giros to Piracy [link] [comments]


2020.02.29 08:47 LeDaffyDuck Long Division

https://imgur.com/njASpaN
Having trouble how to work this out, it's simple I know but I am just only teaching myself long division. The picture is showing what I have come to so far. But where do I go next to work out the answer to the decimal? The calculator shows 23.1..... so how do I get there? Thank you.
submitted by LeDaffyDuck to learnmath [link] [comments]


2020.02.24 01:45 fromdowntownn Complete trading guide on how to flip special cards

Hi guys I’ve got another guide here, this is one was in high demand. A lot of you wanted to know more about special card flipping so I’ve made a detailed guide a bit like my icon flipping one, hope it helps.
If you want to know more about trading and are looking for tips/advice I’ve got a relatively new Twitter: @FUTDonkey where you can check out what I’m doing as a T100 trader and also ask me whatever you like. Anyway onto the guide
What is flipping?
Cards fluctuate during the week all the time this is due to a host of reasons which can be as simple as the amount of players that are online at a particular time. The multitude of reasons all fall under the 2 wider categories that control card prices: supply + demand. A good example of this is when cards are low on Saturday/Sunday because of the WL sell off and how they are generally quite high on Thursday due to rewards and people buying cards for their WL teams. Daily trends are profitable the way you become an elite trader is hourly trends. Cards fluctuate during the day particularly ones that are out of packs as they are rarer and have less supply. So why is it profitable to flip special cards? It’s because they are out of packs and we will be flipping the more meta ones so they will have demand as well this mean they fluctuate, our task is to pick them up during a low hour and sell them on the higher hourly trend.
How to identify sell prices?
To do this we look at FUTBIN graphs. For specials FUTBIN graphs are quite accurate unlike ICONs because the specials aren’t as rare as ICONs. So let’s use an example of a player. I’m going to use SCREAM Aspas for the example but this works for everyone. So Aspas had high peaks on Sunday and Saturday of 84k. He hit that a few times so I’m confident this is his selling price. Now the tax here is 4.2k so if we sell at 84k we make 79.8k back. Now we can set our buy prices. This will depend on what you consider good profit. If you’re on a lower budget you should set higher margins as your coins are more valuable but if you’re richer than you can use lower margins. Personally if I can sell Aspas at 84k I’m happy to buy at 76-77k and lower. One thing to note when identifying sell prices is to make sure you look for a CONSISTENT peak price there can be high prices which are outliers but you want what it is consistently hitting.
Memorising sell prices
This is one of the hardest parts of special flipping especially because prices change so often. I just learn the prices through experience and watching the market an unhealthy amount. I know some people make spread sheets with prices in, others just write them down on some paper. Do whatever you find helps best so that you can learn your sell and buy prices because there are so many cards and knowing the prices makes it way easier to get deals
How to find deals?
Ok now you do this for a bunch of specials and u know the prices of let’s say 20-30 specials. How do you get deals? One way you can do it is just rotating through the list of players a couple of times an hour or more and just looking to see if there’s a good BIN or bid that you can grab. You can also just watch FUTBIN to see when a particular special looks low. There’s not really much you can do with the 59th minute like ICONs as there are way too many specials but the way I prefer is just cycling through a load of them every now and then and checking for deals. You can also set up bid filters and look for good bid prices on lots of different specials and even mix that up with some chem style trading using the filters but as I said my favourite is just to cycle through the players
How to get sales?
Now once you get a deal you need to list it. So the best way to list imo is just for 1 hour at your target sell price. Often you can get a lazy sale before it even hits the high fluctuation you are looking for, that’s why I like this. Otherwise, if you aren’t going to be at your console or on the app to relist you can go for a 6 or 12 hour listing but don’t list too low as this will crash the price of the card and lose you and others who try flip it coins. Always list higher on longer listings and check what others have listed for on overnights as if there’s too many people undercutting you then it’s unlikely you will get the sale.
Impact of Chem styles and position changed card
The impact of position changes and chem styles is far bigger with specials than it is with ICONs. I’ve sold cards for 10-15k more because they had a shadow on them or were a CM as opposed to their original ST position. When you get a card with a desirable chem style or position change list it higher than you normally would sometimes it won’t sell and you end up having to settle for the usual prices but often times you can squeeze out an extra 5-10k. I wouldn’t recommend going over your targeted buy price because a card has a shadow but it’s worth taking it into account if you happen to get one with a good chem style/position change at your buy price.
Identifying why a card is low
Now this is very very important. When you see a special card that is very low more than likely it’s too good to be true. Always think before you buy as unlike ICONs there can be numerous factors why a special card is down. A few examples include: its set to get a better version, there’s a player in the same league and position in the latest promo team/TOTW. Another player that is better than him in same league and position has been panic sold so it’s driving the price of said player down and so on. So always think if a cards down a lot more than usual why is this card down? Now sometimes it’s just a random wave of panic and you can pick it up and go about your business but if the panic is warranted be careful.
General market trends
General market trends are important to be aware of when flipping special cards. Some simple trends to be aware of are that they are usually always higher on Thursday and Friday nights and begin to drop a little bit on Saturdays and Sundays. This is important to remember as you don’t want to be using Thursday and Friday sell prices on a Saturday or a Sunday so in these times you must be adjusting your prices as you go along and making sure you’re not buying into a card that’s dropping. Also same applies for when there’s promo panic don’t buy a card on a Thursday night when there’s a promo the next day because chances are that cards gonna drop until the content release at 6pm GMT. So these are just a few extra things to keep in mind
Getting started
The best way to start in my opinion is to pick a group of specials like TOTGS or Screams and beginning learning their prices once you learn their prices start looking for deals and as you start learning more and more and feel comfortable with these prices you can expand your group of specials and start adding in more and more cards till your comfortable flipping even up to 100 cards. This method works best with budgets of 500k+ but you can even do it with a lower budget than that too and it’s very effective.
Hope this helped you guys this is my second favourite flipping method after ICONs and when ICONs don’t do well for whatever reason I always revert to this method and can make 3mil a week from it fairly easily so it definitely works but it takes time to learn prices and understand them. Once you do, special flipping is very simple. If you have an questions feel free to ask and I will try my best to answer.
Edit: typos and formatting
submitted by fromdowntownn to FIFA [link] [comments]


2020.02.13 01:55 nicholasaraujo00 Tutorial, convertendo o seu Windows em uma Steam Machine

Tutorial, convertendo o seu Windows em uma Steam Machine
Post Original: http://alvanista.com/pc/posts/2784390-tutorial-convertendo-o-seu-windows-em-uma-steam-machine
Primeira coisa, este tutorial é bem simples de fazer, mas saiba que ao fazer isto estará convertendo a sua máquina em uma máquina de games e basicamente só isto. Quase todas as funções sem ser games serão removidas / escondidas e será muito difícil acessa-las sem o devido conhecimento.
O que você deve fazer?
Primeiro você precisa ser o administrador do windows, se não for o administrador vai precisar de um conta de acesso do sistema como administrador.
Para evitar dores de cabeça, vamos criar um ponto de restauração, se fizer merda tem como desfazer a merda, ou caso não goste do resultado final.
Abra o menu iniciar e digite "restauração do sistema" no campo de busca sem as aspas (é possível localiza-lo na interface Metro do Win8), clique no menu e terá acesso a esta tela:

https://preview.redd.it/ynjaboyz8lg41.png?width=586&format=png&auto=webp&s=f0270a20119a404ca5bef0545f46a8b8c2d4a29f
Só seguir com as instruções e pronto, você tem a sua cópia contra burrice/incompetência/distração/choro.
Não esqueça de ter todos os drivers e tudo mais devidamente ANTES de fazer este procedimento, como eu disse você perderá muitas funcionalidades padrões do windows.
Se quiser remover aquela imagem padrão do windows, vou passar aqui como fazer isto, a primeira coisa é acessar a seguinte pasta "C:\Windows\System32\oobe\info\backgrounds" existe a chance de as pastas "\info\backgrounds" não existirem, se elas não estiverem ali, basta cria-las. Coloque esta imagem dentro da pasta (clique para abrir ela em resolução completa) e mude o nome dela para "backgroundDefault" sem as aspas.

https://i.imgur.com/yWibKgM.jpg
Você pode colocar qualquer imagem lá, ela apenas deve ser 1080p (1920x1080 pixels) e ter menos de 256kb e ser formato jpeg.
Agora que tem o seu ponto de restauração, vamos ao que mais importa, primeira coisa pressione a combinação de teclas SUPER+R (super é a tecla com desenho de janelinha) e digite na caixa "gpedit.msc" sem as aspas e tecle enter.
Você verá esta tela:

https://preview.redd.it/ewu33zny9lg41.png?width=640&format=png&auto=webp&s=d2e6ae0ba739660fb3b139353d20b18a4cc5d558

Navegue até o Logon, por estas pastas: Configurações do Computador > Modelos Administrativos > Sistema > Logon

https://preview.redd.it/mtp3npf4alg41.png?width=640&format=png&auto=webp&s=a7f2bbe8c189b79857ce47b76eb7f88a29b03498
Mude a ultima opção "sempre use o logon em segundo plano personalizado" para habilitado.
Agora acesse: Configurações de Usuário > Modelos Administrativos > Sistema > Interface de usuário personalizada:

https://preview.redd.it/zqj6d6q5alg41.png?width=640&format=png&auto=webp&s=04c28a5455c1dee525b66935e0ff27577e1871d9
De dois cliques e coloque como habilitado e no campo abaixo coloque o local onde seu steam está instalado (normalmente C:\Program Files (x86)\Steam\Steam.exe) depois do .exe de um espaço e coloque "-steamos" sem as aspas para ativar o steam em modo Steam OS.

https://preview.redd.it/ogmysv47alg41.png?width=640&format=png&auto=webp&s=8f64a372668f81f686de6996b4ebcaec16ab25da
De OK e pronto, você já tem o SteamOS ativo, porém existe um outro detalhe que precisa ser feito, vá no Steam e vá em configurações > interface > iniciar steam no modo Big Picture e confirme tudo.
Se não fizer isto, o steam não vai ativar em função gamepad.

https://preview.redd.it/mragry39alg41.png?width=640&format=png&auto=webp&s=1e1f803d5ca308ebb94a12a0c98c791d7ce88a72
Tudo pronto? Reinicie o PC, ele vai iniciar mais rapidamente e ficar mais leve pois ele não vai ativar o explorer e por isto tudo que era porcaria que roda em background não será mais ativada e o windows vai rodar e nível recém formatação.
Se precisar do explorer, de um ctrl + alt + del, vá no gerenciador de tarefas, depois em arquivo e nova tarefa e digite "explorer.exe" sem as aspas e irá executar o explorer normalmente sem qualquer problema, porém todas as tranqueiras vão iniciar junto com ele. Para voltar a incrementar o desempenho após abrir o explorer.exe será reiniciando o PC.
A principal vantagem é que poderá jogar qualquer jogo de windows sem problemas.
Postado por Gradash
submitted by nicholasaraujo00 to u/nicholasaraujo00 [link] [comments]


2019.12.30 04:05 M18H7 Higurashi é bom sim, e eu lhe explico o porquê!

Spoilers da Primeira Temporada do anime "Higurashi no Naku Koro ni"!
Primeiramente, agradecia que o caro leitor lesse primeiro o meu post anterior, visto que é necessário para ajudar entender melhor aquilo que escreverei neste post: https://www.reddit.com/useM18H7/comments/egl5vi/o_porqu%C3%AA_de_animesfilmess%C3%A9ries_que_incluem/
A primeira vez que me apresentaram Higurashi, eu fiquei com um hype enorme! Tinha acabado de ver Neon Genesis Evangelion, outro grande anime psicológico, e por isso fiquei com muito hype para ver outro anime que abordasse bem o psicológico dos personagens. Para além disso, quando vi pela primeira vez a imagem de Higurashi, me fez lembrar Madoka Magica! Quando vi aquelas crianças aparentemente felizes e inocentes pensei "Hmm, onde será que eu já vi isto aqui?" xD
Higurashi é um show e uma chapada na cara de todos aqueles que desprezam ou ignoram os efeitos da esquizofrenia! Isso mesmo, estamos a falar sobre um dos transtornos mais conhecidos, mas ao mesmo tempo mais desconhecidos dos últimos tempos! Vocês até já podem ter ouvido falar sobre este transtorno, mas se eu vos perguntar se sabem do que é que se trata, a maioria das respostas será não!
Ver Higurashi sem saber o básico sobre esquizofrenia é como ver o filme "Avengers: Endgame" sem nunca ter visto outro filme da Marvel!
Por isso, tendo isso em mente, veremos primeiro as definições sobre este transtorno e as suas variantes:
Esquizofrenia: Esquizofrenia é uma perturbação mental caracterizada por comportamento social fora do normal e incapacidade de distinguir o que é ou não real. Entre os sintomas mais comuns estão delírios, pensamento confuso ou pouco claro, alucinações auditivas, diminuição da interação social e da expressão de emoções e falta de motivação.
Paranoia: Paranoia é um instinto ou processo de pensamento que se acredita ser fortemente influenciado pela ansiedade ou medo, muitas vezes ao ponto de delírio ou irracionalidade. O pensamento paranoico geralmente consiste na crença de que a pessoa está a ser alvo de perseguição ou de uma conspiração. A paranoia é frequentemente acompanhada de acusações falsas e falta de confiança na generalidade das pessoas.
Podemos concluir então que estas duas perturbações mentais nos conectam a um único transtorno, que define aquilo que Higurashi é: PSICOSE!
Psicose: Psicose é uma perturbação da mente que causa dificuldades em determinar o que é ou não real. Os sintomas mais comuns são delírios (convicção em falsas crenças) e alucinações (ver ou ouvir coisas que outras pessoas não vêem ou ouvem). Entre outros possíveis sintomas estão discurso incoerente e comportamento inapropriado para a situação. Entre as causas mais comuns, temos a esquizofrenia, e alguns transtornos como o de bipolaridade. Um dos principais sintomas da Psicose é a Paranoia!
Analisemos então a definição de Psicose: ."Psicose é uma perturbação da mente que causa dificuldades em determinar o que é ou não real" -> Só esta frase já define aquilo que Higurashi é: Um anime onde nós, que estamos a assistir, temos de estar sempre a tentar perceber se o que estamos a ver é ou não a realidade! E, tal como eu falei no outro post, o facto de o anime ter de nos fazer pensar se o que estamos a assistir é ou não real, leva ao mesmo a ter de ser confuso algumas vezes (leiam o meu outro post, está la tudo!) ."Entre outros possíveis sintomas estão discurso incoerente e comportamento inapropriado para a situação" -> "discurso incoerente" justifica todas as vezes que parece que os personagens estão a dizer coisas sem sentido ou pouco normais, bem como pode justificar a "reação" meio "meh" deles ao verem que um/a amigo/a matou alguém!; "comportamento inapropriado para a situação" justifica todas as vezes que os personagens agiram agressivamente ou mataram alguém... Quem não ficou meio incomodado com aquela cena da Shion (disfarçada de Mion) a atirar e bater na Satoko, porque ela fazia "sofrer o irmão", no penúltimo arco do anime? E se olharem para essa cena com esta característica da psicose... Não fica meio diferente? Não fica um pouco menos artificial e um bocado mais realista? Ou todas as vez que um personagem matou alguém, como quando o Keichi matou a Rena e a Mion no primeiro arco do anime, ou quando a Shion matou um monte de amigos e familiares também no penúltimo arco do anime, ou quando a Rena fez todos de refém no último arco do anime... Só esta característica da Psicose, juntamente com a característica da Paranoia que diz "crença de que a pessoa está a ser alvo de perseguição ou de uma conspiração", que leva a pessoa a naturalmente querer defender-se de tais "perseguições ou conspirações"... Só estas duas características justificam todas as ações dos personagens ao longo do anime (E por isso. para toda gente que diz que o anime é forçado nesse aspecto, está aqui a prova que talvez não seja bem assim)
Mas claro, para justificar estas ações dos personagens temos primeiro de justificar que estes mesmos personagens possuem estes transtornos... Para isso eu já falei no outro post, mas falarei neste outra vez: Todo o conceito da "Maldição de Oyashiro-Sama" (estou a falar da "maldição" que faz os personagens ouvirem passos, vozes, e sentirem que estão a ser perseguidos ou vigiados)* não passa de uma grande metáfora sobre a esquizofrenia e, consequentemente, psicose! Pensem comigo: .Os personagens ouvirem passos, vozes e sentirem que estão a ser perseguidos e vigiados correspondem ás "aluçinações e delírios" que são referidos na definição de esquizofrenia, bem como as "alucinações auditivas" também presentes nesta mesma definição (ou ainda na definição de psicose que diz "alucinações (ver ou ouvir coisas que outras pessoas não vêem ou ouvem)")! .As inúmeras vezes em que os personagens acham que estão a ser perseguidos ou que alguém está a conspirar contra eles, está também presente na definição de Paranoia: "O pensamento paranoico geralmente consiste na crença de que a pessoa está a ser alvo de perseguição ou de uma conspiração"! -> Nós podemos ver isso quando o Keichi começa a ser perseguido pela Rena e pela Mion quando "descobre" que elas estão por detrás de vários assassinatos que ocorreram, quando mais tarde no anime é provado que afinal aquilo foi tudo das alucinações do Keichi (eu já volto a falar sobre esta cena tão importante), ou quando a Rena acha que a família Shonozaki está por detrás de um plano maligno que vai afetar toda a aldeia, quando isso n passava da paranoia dela, etc...
Agora que está provado que estes personagens possuem estes transtornos, podemos justificar várias coisas: Primeiro, que estão justificadas todas as ações dos personagens que o pessoal achou "Forçado"... Segundo, sabemos agora que não só os personagens estão na posse de esquizofrenia, como também NÓS estamos! "Ai, como assim Mágico? Não estou a perceber..." calma, amigo, que eu já explico!
O grande diferencial em Higurashi, o GRANDE fator que levou muita gente a não perceber o anime e, consequentemente, não gostar do anime, foi exatamente o facto do anime ter esse problema de ser """"Confuso""""! Confuso entre muitas aspas, porque o anime não é confuso! -> Eu já expliquei isto no meu outro post, mas eu explico aqui outra vez: Tal como eu já disse, nós, o pessoal que está a ver o anime, estamos sobre o efeito de esquizofrenia! Tal e qual! Há cenas que nos parecem extremamente absurdas para serem verdade, mas ninguém nos diz se é ou não... Há cenas que parecem que não fazem sentido, e por isso parecem "mal feitas", quando na verdade elas foram propositalmente assim feitas... E isto é algo que eu quero que vocês percebam: Qualquer show que aborde a Esquizofrenia, qualquer mesmo, vai ser um show no mínimo "confuso" para muitas pessoas... Já com o novo filme "Joker", que saiu em 2019 foi a mesma coisa, pois tive vários amigos meus que disseram que não gostaram do filme porque o acharam confuso, e outros que gostaram pois perceberam aquilo que o filme queria dizer... O problema é que a esquizofrenia no filme "Joker" é extremamente fácil de se perceber, visto que está colocada de forma bem óbvia no filme! O problema é que "Joker" é como um gatinho perto do leão que é Higurashi, no que diz respeito à esquizofrenia! Em Higurashi é tudo feito de maneira a que nós fiquemos propositalmente confusos, indecisos, e curiosos pois tudo parece mistério, tudo parece que vai ser revelado no fim, quando na verdade tudo não passava de uma alucinação... Não é genial? Ser enganado assim, levar-nos a crer que a Rena era uma demônio e serial-killer como ela aparentava ser no primeiro arco do anime, quando na verdade ela era dócil e bondosa, tal e qual ela parecia ser... "AI O QUê QUE MENTIRA MI MI MI A RENA É UMA ASSASSINA OLHA O QUE ELA FEZ NO FINAL LALALA" Calma, calma rapaz, eu vou falar sobre isso agora! Então senta-te na cadeira e lê atentamente:
Primeiro Arco do Anime: Ai, ai como eu adoro este primeiro arco! A primeira vez que o vemos ficamos com a cabeça a andar à roda... e depois que vários arcos vão passando, começa a parecer que afinal o primeiro arco foi esquecido, ou então tinha pouca importância na história... Até que chega aquela cena do último episódio onde o Keichi se lembra de tudo, e nos é mostrado que afinal nada daquilo tinha ACONTECIDO!!! : A Rena e a Mion nunca tinham ameaçado o Keichi! A Rena nunca tinha tentado assustar o Keichi! A Mion nunca tinha tentado matar o Keichi injetando algo nele (se repararem, é nos mostrado que afinal ela nem tinha usado uma agulha mas sim uma caneta!)! E aquela cena da Rena a dizer "Por favor acredita em mim"... Mano, eu não estou a chorar, tu é que estás... XD
Essa pequena cena do FlashBack do Keichi prova tudo o que eu escrevi neste post: Todos os Personagens de Higurashi sofrem de Esquizofrenia, Psicose e Paranoia! O Keichi lembrar-se que todas as ameaças e tentativas de homicídio das amigas n passavam de ilusões e alucinações criadas pela cabeça dele comprova exatamente que ele tem esquizofrenia: "comportamento social fora do normal", "incapacidade de distinguir o que é ou não real", "delírios" e "alucinações"... A razão destas alucinações? A paranoia do Keichi, por pensar que a Rena tinha realmente matado alguém e que agora andava a persegui-lo: "O pensamento paranoico geralmente consiste na crença de que a pessoa está a ser alvo de perseguição ou de uma conspiração"!
A Rena, por outro lado, ela acreditava que um grande desastre que incluía uma doença iria eclodir em Hinamizawa! E, para além disso, ela acreditava que a família da Mion, a família Shonozaki, estava por detrás deste futuro desastre, visto que era uma das 3 grandes famílias e a principal que governava a aldeia... Por isso, a Rena começou a ficar paranoica, visto que, para além desta conspiração toda, acreditava que ela mesma possuía esta "maldição"... Porque? Bem, isso vocês devem ter percebido: Para além de também ouvir passos e sentir-se perseguida e vigiada, quando a Takano Miyo lhe empresta o livro de anotações dela, ela lê uma parte lá que falava sobre uns "bixos", ou insetos, tipo uns parasitas,cujas pessoas que tinham a "maldição" possuíam... Bem, isso era uma das teorias da Takano: um tipo de vírus alienígena residia em Hinamizawa e era o grande responsável por tudo relacionado à "maldição de oyashiro-sama" (ouvir passos, etc...)! Agora chegamos a um possível "furo"... Sim, possível! Visto que a Rena ela já "via" este parasita a sair do corpo dela quando coçava as feridas que ela tinha! Agora vocês me perguntam: "Então como é que a Takano acertou uma coisa que podia ser uma possível alucinação da Rena?"... E agora eu respondo: 4 de 1: Ou vocês escolhem por pensar que é uma simples conveniência do plot, o que pode ser um possível ponto negativo a mais para que os haters ainda odeiem mais o anime (Enfim...); Mas eu não gosto de pensar por esse lado, aliás até acho que seja o lado mais incorreto! Por isso, se quiserem podem pensar que é apenas mais uma alucinação da Rena, e que na verdade nada disso estava lá escrito no livro de anotações (também não é o que eu escolho, mas também é possível, visto que o anime nos deixa em branco quanto a isso...); Ou podem ainda pensar que a Takano foi analisando todas as pessoas com a "maldição de oyashiro-sama" (e se vocês acham que a maldição de oyashiro-sama é outra conveniência, por ser algo sobrenatural posto no anime só para fazer andar o plot, então estão bem enganados... Não quero dar spoiler, visto que este post é só sobre a 1ª temporada, mas esta "maldição" está explicada na segunda, n se preocupem), e foi percebendo que o avistamento de parasitas no sangue era uma das alucinações que as pessoas tinham (no 1º episódio da segunda temporada é revelado que a Takano tinha inúmeros livros, com várias teorias, por isso não é impossível que ela tenha pegado em todos os tipos de paranoias e alucinações e depois escreveu sobre cada um); Ou então podem ainda esperar e ver se o anime dá alguma explicação no futuro, nomeadamente na segunda temporada (eu ainda n terminei a segunda temporada, então quando terminar analiso se tem alguma explicação e completo melhor este post)! Terminando, a Rena ter feito o sequestro na escola no último arco do anime é justificado visto que ela tinha em posse a "maldição de oyashiro-sama", e por isso ela ficou paranoica em relação a tudo e todos, chegando ao ponto de desconfiar dos próprios amigos! Pois se repararem, teve um momento em que o Keichi, a Satoko, a Rika e a Mion disseram à Rena que ela não precisava de esconder segredos deles pois eles eram amigos e os amigos serviam para se ajudarem uns aos outros... Mas depois foi simplesmente preciso a Rena desconfiar um pouquinho que seja da familia Sonozaki, e depois a Mion ter movido os cadáveres (aqueles dois que a Rena tinha assassinado) de local sem autorização da Rena, para ela perder totalmente a confiança em toda a gente, até mesmo dos próprios amigos! Pois por mais que a Mion estivesse a dizer a verdade quando ao facto de ela ter movido os cadáveres sem qualquer má intenção, a Rena n iria acreditar nela visto que a paranoia dela já estava em um estado tão avançado! Para além disso, lembram-se da Rena ter pedido ajuda à polícia para a proteger dos Sonozaki? Pois, é depois aí mais tarde que descobrimos que os Sonozaki não tinham qualquer má intenção com a Rena, e que afinal ela é que estava a delirar (Mais uma vez, a Paranoia representada em Higurashi é de topo de gama, a melhor que já vi!)!
Até mais e obrigado por ter lido tudo até aqui... E lembre-se: Confie em mim, pois somos amigos, certo? :p
Notas (spoiler da segunda temporada de Higurashi):
*Mais tarde descobrimos que essa maldição é na verdade uma doença/síndrome que todos os habitantes de Hinamizawa têm... Apanharam? Doença que faz os personagens ficarem paranoicos e terem alucinações --------> Esquizofrenia meus caros...
submitted by M18H7 to u/M18H7 [link] [comments]